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terça-feira, 19 de março de 2019

6 dicas para preservar a segurança de crianças e adolescentes na internet

Criar hábitos seguros e identificar situações de risco são ações importantes no meio digital

O advento das redes sociais, a popularização de tecnologias como o smartphone e o tablet e o acesso à internet mudaram profundamente a forma como nos comportamos e nos relacionamos. A segurança desses ambientes digitais é um desafio complexo, em especial para pais e educadores que queiram proteger e garantir a preservação dos jovens no vasto e muitas vezes desconhecido campo da internet.

sábado, 29 de dezembro de 2018

Centro de Mídias - Aulas com nova tecnologia podem ser assistidas pelos interessados

As aulas do Centro Nacional de Mídias da Educação podem ser acompanhadas por todas as pessoas interessadas por meio do aplicativo CNME, disponível no Google Play e na App Store, para sistemas Android e IOS, sem consumo do pacote de dados da internet.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

SP Rede do Saber 3º People.Net in Education

3º People.Net in Education  
Assista à transmissão online do 3º Congresso de Redes Sociais Aplicadas à Educação. O evento acontece no dia 05/12, a partir das 8h.


Nome da evento: 3º Congresso PeopleNet In Education
Data: 05/12/2014
Horários: das 8h às 17h



A terceira edição do People.Net in Education: Congresso de Redes Sociais Aplicadas à Educação tem como tema central o educador do novo milênio. Com palestras, debates e trocas de experiências, os objetivos são construir e divulgar técnicas de ensino e aprendizagem de acordo com as necessidades das novas gerações.

O evento, que acontece no dia 5 de dezembro, discute questões como o educador e as novas mídias, educador digital e a educação híbrida, sala de aula invertida, Google Educação e a inovação de professores em sala de aula, entre outras.

Acompanhe a transmissão online do Congresso pelo site da Rede do Saber, a partir das 8h.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

SP - Parceria inédita da Educação com o Google amplia programa de tecnologia da rede

Ação inédita no mundo aumenta interatividade entre aluno e professor

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo assinou nesta quarta-feira (27) uma parceria com o Google, que levará a todos alunos e professores da rede estadual ferramentas inovadoras na área da educação. A ação, inédita no mundo, integra a política de tecnologia educacional desenvolvida pela pasta, levando a todos estudantes e docentes aplicativos e ferramentas inovadoras desenvolvidas para facilitar a prática escolar e a interação entre escolas e órgãos administrativos.

Um canal de transmissão (hangout) para as mais de 5 mil escolas possibilitará a interação em tempo real entre estudantes e professores, além da criação de grupos por disciplina ou área de interesse. A plataforma, que será totalmente customizada, oferece aos educadores novas formas de interação com os estudantes, por meio das quais eles poderão disponibilizar novos conteúdos e levar o aprendizado para além da escola.

O objetivo da parceria é ampliar e aprimorar a interatividade em favor do ensino. Além das videoconferências (hangout), os novos aplicativos permitirão a construção de materiais em tempo real entre diversos alunos e a tutoria de professores. Será possível ainda a criação de rede sociais e canais para escolas, diretorias e setores administrativos, promovendo e aperfeiçoando a comunicação virtual.

Além disso, os 4,3 milhões de alunos contarão com emails personalizados com capacidade de 25 GB, o que possibilitará o armazenamento e a troca de material entre eles. O anúncio foi feito hoje, no Palácio dos Bandeirantes, pelo governador Geraldo Alckmin, pelo secretário da Educação, professor Herman Voorwald, e pelo presidente do Google no Brasil, Fabio Coelho.

Mais tecnologia na rede

As novas ferramentas serão disponibilizadas de forma totalmente gratuita e também não terá nenhum custo para a Secretaria da Educação. A ação é articulada aos projetos tecnológicos já consolidados na Secretaria, como o Acessa Escola - programa pioneiro de inclusão digital e de acesso livre à internet nas unidades escolares de todo Estado - e a Escola Virtual do Estado de São Paulo (Evesp), que oferece plataformas digitais com cursos interativos de idioma e preparatórios ao vestibular, por exemplo.

Os educadores receberão treinamento e capacitação da equipe de educação do Google em parceria e consonância com as diretrizes da pasta. As práticas serão realizadas por meio da EFAP (Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores) da Secretaria da Educação.

Parceria com a Microsoft 
 
Em outubro, a Secretaria da Educação anunciou acordo com outro gigante do setor, a Microsoft. O convênio estabeleceu a oferta gratuita de 5 licenças do pacote Office (com programas como Word, Windows e Power Point) para cada um dos estudantes paulistas. O objetivo é que eles possam instalar os programas licenciados nos computadores de suas residências ou outros locais da comunidade escolar, aprimorando a realização de trabalhos e projetos voltados ao ensino.
 
fonte:
Secretaria da Educação SP

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Articulação online entre professores

na NOVA ESCOLA:
Nas redes sociais, educadores trocam informações e atuam em conjunto

Bruno Mazzoco (novaescola@atleitor.com.br)

O Brasil é o país do samba, do futebol e... das redes sociais. Dados divulgados no início do ano pela SocialBakers, agência especializada em análise dessas mídias, nos colocam em segundo lugar mundial em usuários do Facebook, com 65 milhões de pessoas, atrás apenas dos Estados Unidos. O tempo gasto pelos brasileiros interagindo virtualmente nessa rede mais que triplicou em 2012, na contramão da ligeira tendência de queda registrada no resto do mundo, de acordo com outra pesquisa, da consultoria comScore.

Vivemos cada vez mais no cenário denominado pelo filósofo francês Pierre Levy de a "quarta revolução da comunicação". Sua característica principal é o acesso praticamente irrestrito à informação. Nesse contexto, um dos papéis essenciais do educador é ajudar os alunos a desenvolver competências que permitam a eles distinguir o que tem qualidade em meio à avalanche de dados. Outra habilidade a ser ensinada é a de como transformar tudo isso em conhecimento construí-do de forma autônoma e colaborativa.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Estudando em grupo

Desde novembro os alunos brasileiros e portugueses podem se juntar à rede social educativa Brainly.com.br – um portal que promove o compartilhamento de conhecimento e ajuda mútua em estudos escolares

Social learning, gamificação e apoio à educação - estes são os principais conceitos do Brainly que criando um ambiente de aprendizagem mútua e colaboração, possibilita estudo fácil e rápido para os alunos de ensino fundamental e médio. Graças aos elementos de gamificação como rankings, níveis ou um sistema de atribuição de pontos, Brainly encoraja participação ativa na explicação de questões difíceis, porque os utilizadores – para serem ajudados – também têm de ajudar os outros. Os fundadores querem mostrar que a escola, trabalhos de casa e estudo podem dar prazer e satisfação pessoal.

Como o Brainly funciona?

Para cumprir as expectativas de ambos os mercados, o Brainly.com.br está disponível em português do Brasil e português europeu, enquanto o conteúdo é comum para que os alunos de Portugal e os do Brasil possam trabalhar e colaborar juntos. Cada usuário depois do cadastro recebe um certo número de pontos que precisa gastar cada vez que faz uma pergunta no portal. Para ganhar pontos os alunos devem ajudar as outras pessoas, não necessariamente na mesma matéria. Além disso, os melhores alunos recebem pontos adicionais por darem uma resposta clara, completa e com uma boa explicação. Da alta qualidade de todas as respostas cuidam os especialistas – os moderadores. O botão “Obrigado” possibilita agradecimento pessoal e pode ser um início de uma nova amizade que se pode desenvolver através de mensagens privadas ou bate-papo. Com esta ideia de ajuda mútua com os estudos em um ambiente de colaboração e amizade os fundadores querem chegar às crianças de todos os países no mundo.

Sobre o Brainly.com

É um grupo de serviços de social learning cujo objetivo é criar um espaço online onde os alunos podem estudar juntos, trocar ideias e ao mesmo tempo conhecer pessoas novas. O primeiro serviço foi criado em 2009 e rapidamente ganhou popularidade tanto entre os alunos como entre os professores. Neste momento ao grupo pertencem os seguintes portais: Zadane.pl (Polônia), Znanija.com (Rússia, Ucrânia e outros países russófonos), E-aufgabe.de (Alemanha), Misdeberes.es (Espanha, México e América do Sul), NosDevoirs.fr (França), Eodev.com (Turquía) e Brainly.com.br (Portugal e Brasil). Em conjunto, o portal é utilizado por mais do que 12 milhões de usuários únicos por mês em 19 países.

Mais informações: www.brainly.com

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Tecnologias digitais na escola: driblando inconvenientes

"Uma das principais aprendizagens que o mundo digital potencializa é justamente a de como pesquisar na internet (selecionar, analisar, classificar)", afirma Priscila Gonsales

Fonte: O Estado de S.Paulo (SP)

Com a proximidade do ano letivo, novamente os educadores estarão diante do desafio de incorporar tecnologias digitais em seu cotidiano pedagógico. Seja na tentativa de usar novos dispositivos como tablets, smartphones ou laptops em atividades educativas, seja na integração de mídias digitais e redes sociais no processo de ensino e de aprendizagem de conteúdos curriculares.

Nesse cenário, é bem comum surgirem mais questionamentos sobre os inconvenientes que as tecnologias podem trazer para o contexto pedagógico do que ênfase nos benefícios e potenciais a serem aproveitados. Pensando em como driblar tais inconvenientes, listo abaixo algumas dicas a partir das principais queixas que tenho acompanhado em 12 anos de atuação na área:

Distração e dispersão: estudantes jogam e navegam na web em vez de prestar atenção nas aulas e fazer as atividades sugeridas.

Que tal combinar com a classe 10 minutos de navegação livre antes de iniciar a atividade? Em vez de pensar em “aula”, que carrega uma conotação meramente expositiva, procure planejar atividades ou projetos. Preparar um roteiro em conjunto com os alunos sobre como será realizada a atividade, com os respectivos combinados, e levantando com eles perguntas e dúvidas prévias sobre determinado conteúdo pode ser uma estratégia interessante para envolver a turma desde o princípio, evitando a dispersão. Lance desafios cooperativos, formando equipes para busca de diferentes informações na internet em um determinado intervalo de tempo para que depois possam compartilhar as descobertas.

Informações não confiáveis: há muito conteúdo disponível na web sobre todos os assuntos mas nem todo conteúdo é de qualidade.

Uma das principais aprendizagens que o mundo digital potencializa é justamente a de como pesquisar na internet (selecionar, analisar, classificar). Nesse sentido, não é exagero dizer até que o fato de não ser confiável é uma vantagem, pois cabe a cada pessoa, sozinha ou em grupo, analisar e comparar as fontes e não apenas receber informações prontas tidas como verdade única e absoluta. A inteligência precisa estar no indivíduo diante da máquina e não ao contrário. Ao sugerir uma atividade de pesquisa na internet não é necessário delimitar os sites para consulta, mas sim preparar uma lista de sugestões sobre como analisar cada endereço web encontrado, desde a origem - se é comercial (.com), governamental (.gov) ou de alguma instituição (.org) – até o conteúdo em si, sempre comparando informações para poder encontrar o que se procura. Em alguns casos, a estratégia do “copiar e colar” citando a fonte pode ser indicada para facilitar a análise crítica, pois assim todos poderão salvar em um arquivo separadamente e ler com calma as várias informações selecionadas para depois preparar a sua própria versão a partir do que foi pesquisado.

Aprendizagem superficial: a livre interação dos alunos com conteúdos disponíveis na web ocasiona apreensão de conteúdos de forma simplista e pouco aprofundada, tornando os alunos resistentes a empenhar o tempo necessário para consolidar as aprendizagens.

Há um pouco de mito nessa afirmação, pois a superficialidade da aprendizagem não pode estar ligada ao meio em si, uma vez que uma simples leitura de um tópico no livro didático com definições prontas sobre um dado assunto pode levar ao mesmo resultado. Nesse caso, o segredo está no desafio que será lançado pelo educador. O ideal é que o educador planeje, ou seja, que defina com antecedência os objetivos da aula ou do projeto a ser desenvolvido. É importante que o educador estimule os estudantes não apenas a buscarem respostas, mas sim a formularem suas próprias perguntas a partir de algumas hipóteses que podem ser levantadas em conjunto com a turma. Para refletir sobre a importância da dedicação aos estudos, o educador pode criar um gincana que evidencie o tempo necessário para o estudo de um conteúdo ou mesmo relatar o tempo de dedicação de autores e profissionais famosos em torno de seu ofício. Na obra Minha Vida Entre Livros, o bibliófilo José Mindlin conta algumas histórias de escritores famosos, como Guimarães Rosa e seus vários rascunhos, em uma persistente busca pelo melhor texto até chegar ao livro de fato.

Copiar e colar: a internet estaria incentivando os alunos a copiar fotos, textos, músicas, ilustrações e outros arquivos de sites para fazer um trabalho escolar e além disso, tal atitude pode estar violando a lei de direitos autorais.

Muitos já devem ter ouvido a resposta padrão para esse inconveniente: “Quando não tinha internet a gente copiava da enciclopédia”. De fato. O que faz diferença nesse caso e evita o simples recorte e cola de informação é quão desafiadora a atividade proposta é, ou seja, qual foi o roteiro sugerido pelo educador e qual o objetivo da pesquisa. Além disso, há outro ponto fundamental nessa queixa relacionada a uma ação ilegal de apropriação de obra protegida pela lei brasileira de direitos autorais. Antes de utilizar qualquer arquivo disponível online, ainda que gratuito, é fundamental consultar os “termos de uso” do site e verificar se o material foi licenciado de maneira aberta, isto é, se o autor permite que sua obra seja copiada, remixada ou usada para fins comerciais. No site do Projeto Recursos Educacionais Abertos Brasil há uma lista de repositórios online para encontrar recursos licenciados abertamente (http://rea.net.br/site/rea-no-brasil-e-no-mundo/rea-no-brasil/).

Ansiedade, vícios e isolamento: a interação constante dos estudantes com as telas digitais estaria provocando maus hábitos e problemas de comportamento e de saúde.

Como em tudo na vida, é sempre importante buscar o equilíbrio e, nesse sentido, os pais devem ser envolvidos nas conversas e debates, evidenciando a importância de incentivar também atividades “offline” como esportes e passeios. Vale a pena debater com alunos e pais casos reais que evidenciam sintomas como esses. Podem ser criadas campanhas na escola lideradas pelos próprios alunos para “prevenir” tais comportamentos. Existem materiais disponíveis na internet para usar como apoio: www.safernet.org.br; http://www.childhood.org.br/programas/navegar-com-seguranca; http://cartilha.cert.br/uso-seguro/; www.fundacaotelefonica.org.br/Uploads/book_telefonica_2_final.pdf.

Exposição da vida privada: redes sociais como Facebook, Foursquare, Instagram, entre outras, funcionam muitas vezes como uma agenda pública do cotidiano das pessoas, incluindo informações pessoais e fotografias.

Trata-se de um tema central que precisa ser debatido com os alunos, como por exemplo, o que pode ser público e o que deve ser privado na vida de cada indivíduo. Da mesma forma, postar fotos de amigos sem permissão também não é uma atitude responsável. Não adianta proibir na escola, pois os estudantes acessam em casa, na casa de amigos ou em centros públicos. Que tal criar um perfil ou um grupo tipo “fan page” nessas redes sobre algum tema do conteúdo estudado? Trata-se de uma forma de mostrar aos estudantes que é possível planejar outros usos além do compartilhamento de informações pessoais. Além disso, todos poderão vivenciar e debater na prática o que se deve ou não postar e para que público. Hoje em dia as redes permitem configurar permissões de visualização de forma que algumas postagens só possam ser vistas por quem realmente a pessoa conhecer ou familiares diretos. Anote na agenda a campanha pela Internet Segura que começa nesta terça-feira, 5 de fevereiro: http://www.diadainternetsegura.org.br/site/sid2012;

Tensão e estresse: pouca familiaridade com recursos da tecnologia digital constantemente lançados no mercado tem gerado desconforto entre educadores

Não é preciso estar em dia com todo e qualquer lançamento do mundo digital para ser um educador na cultura digital. O dispositivo em si não traz nenhuma melhoria ou inovação e nem o uso que se faz dele, muitas vezes uma mera reprodução de métodos ultrapassados. Em vez de querer utilizar a tecnologia na educação, procure refletir sobre como aproximar a educação da cultura digital. Ou seja, cada vez mais as pessoas estão mudando seus modos de ser e estar no mundo. Com a internet, distâncias geográficas são diminuídas, tornando possível, por exemplo, criar atividades colaborativas a distância. Reúna os professores da sua própria escola ou comunidade para discutir e trocar experiências sobre possibilidades e metodologias pedagógicas. Não existe uma receita pronta para usar, o importante é ousar e experimentar. Participe de grupos e fóruns online para trocar de experiências com outros educadores:
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/interacao.html.

Problemas técnicos e de software: quem nunca vivenciou a situação de travamento de software, de pane no áudio, arquivo que não abre, de falta de conexão? São inúmeros os problemas técnicos de manutenção dos computadores.

O famoso “plano B” deve sempre ser considerado, ou seja, se possível grave arquivos que iria usar ou tenha uma atividade offline substitutiva. A maioria das propostas podem ser realizadas sem o uso do computador em uma eventualidade, portanto não é motivo de pânico. Dar preferência a softwares livres – programas de computador que podem ser utilizados, copiados, modificados e redistribuídos sem restrições – é uma questão importante em relação ao acesso à educação como um direito. Além disso, evita a perda de arquivos salvos em versões antigas de softwares proprietários, pois não podem mais ser abertos nas versões mais atualizadas. O Libre Office, por exemplo, é um pacote de aplicativos em formato aberto (documento de texto, planilha, apresentação, etc), facilmente baixado e instalado em qualquer sistema operacional e que pode abrir qualquer outro arquivo proprietário semelhante.

Celulares e tocadores de áudio: pensei nesse último tópico sobre os dois dispositivos, por ser um assunto polêmico e alguns Estados, como São Paulo, têm até uma lei que proíbe o uso em escolas.

Não será vetando o uso desse ou daquele aparelho que se vai “garantir” a atenção do aluno em aula. Conquistar e manter a atenção do aluno foi, é e sempre será o grande desafio de todo educador. Também não será a mera proibição que evitará que fotos e vídeos desrespeitosos sejam postados na internet. Hoje os celulares estão aí, mas no passado eram bilhetes, figurinhas e vários outros elementos “dispersivos”. Segundo pesquisa TIC Criança de 2010, 59% das crianças de 5 a 9 anos já tem seu número de celular. Portanto, considero importante considerar celulares e tocadores de áudio para problematizar os usos possíveis na escola e estabelecer combinados e linhas de conduta. Quanto mais explícita e menos velada for a abordagem do tema, maior probabilidade de que o uso seja de fato responsável. Os tocadores de áudio mais modernos podem ser usados na escola na função agenda e os celulares na captação de imagens e vídeos para compor atividades educativas propostas. Veja mais orientações sobre uso responsável do celular e de outras telas digitais no infográfico: www.educadigital.org.br/telasdigitais.

* PRISCILA GONSALES: Jornalista e educadora, máster em Educação, Família e Tecnologia pela Universidade Pontifícia de Salamanca (Espanha). Cofundadora do Instituto Educadigital, atua na área de educação e tecnologia desde 2001. Como pesquisadora do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), coordenou durante 6 anos o Programa EducaRede Brasil, uma iniciativa da Fundação Telefônica focada em projetos de formação de educadores para a integração da internet na educação. Em 2011, foi jurada da categoria Midia Digital do Prêmio Prix Jeunesse Iberoamericano (Produções Audiovisuais para Crianças e Adolescentes). Em 2012, integrou a delegação brasileira no Congresso Internacional de Recursos Educacionais Abertos da Unesco, em Paris. É uma das autoras do livro Recursos Educacionais Abertos: Práticas Colaborativas e Políticas Públicas (http://www.artigos.livrorea.net.br/2012/05/aberturas-e-rupturas-na-formacao-de-professores/).

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Dicas de segurança em redes sociais

Agência FAPESP – O Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), lança um conjunto composto por fascículo e slides com dicas de segurança em redes sociais.

Assim como a cartilha completa, o fascículo é ilustrado e está disponível também em formato PDF. Para facilitar a discussão do assunto o material é acompanhado por slides, licenciados sob Creative Commons, e pode ser usado livremente para divulgar sugestões e boas práticas.

O objetivo é mobilizar escolas, educadores e pessoas interessadas para que divulguem o material entre crianças e adolescentes. De acordo com o CERT.br, esse público é parte da audiência dos sites de redes sociais e é importante que seja orientado para fazer o melhor uso das ferramentas, sem colocar em risco a privacidade e a segurança.

“O acesso às redes sociais faz parte do cotidiano de grande parte da população e, para usufruir plenamente delas, é muito importante que os usuários estejam cientes dos riscos que elas podem representar e possam, assim, tomar medidas preventivas para evitá-los”, disse Miriam von Zuben, analista de Segurança do CERT.br.

A cartilha e fascículo podem ser lidos em dispositivos móveis como tablets e smartphones. Mais informações: http://cartilha.cert.br/fasciculos e http://cartilha.cert.br

quarta-feira, 13 de junho de 2012

SP Rede do Saber Transmissão do Evento "I Seminário Tecnologia Educação e Currículo"

I Seminário Tecnologia Educação e Currículo  
Evento apresenta inovações tecnológicas para o uso pedagógico. Seminário será transmitido ao vivo nos dias 14 e 15/06, a partir das 9h.



Tramissão do Evento "I Seminário Tecnologia Educação e Currículo"

Datas: 14/06/2012 e 15/06/2012
das 9h às 12h30 e das 14h às 16h30
O I Seminário Inovação, Tecnologia e Currículo quer discutir e apresentar inovações tecnológicas para o uso pedagógico. No evento, serão discutidos temas como a utilização da linguagem digital multimídia; as redes sociais no contexto educacional; a TV na escola; TIC e currículo, dentre outros assuntos.

São palestrantes: Sergio Amaral, professor doutor da UNICAMP; Fernanda Montenegro de Menezes Rizek e Ana Carolina Lafemina, ambas da CGEB/DEGEB/CPRESP-EVESP; Marisa Cavalcante, professora doutora da PUC-SP; José Valente, professor doutor da UNICAMP; Gilberto Caron, coordenador regional da TV Escola no Estado de São Paulo; Neli Maria Mengalli, da CGEB/DEGEB/CPRESP-EVESP; Danilo Namo e Renato Maier de Arruda, ambos da CAPE; Nelson Cauneto, professor da SEE-SP; Silene Kuin, professora doutora da EFAP; e Nely Ap. P. da Silva, da EFAP.

O evento será transmitido ao vivo pelo site da Rede do Saber.


ASSISTA AS GRAVAÇÕES:

Bloco 1 de 9 00:37:28 15/06/2012 Assistir vídeo

Bloco 2 de 9 00:58:54 15/06/2012 Assistir vídeo

Bloco 3 de 9 00:43:43 15/06/2012 Assistir vídeo

Bloco 4 de 9 00:48:02 15/06/2012 Assistir vídeo

Bloco 5 de 9 00:43:40 15/06/2012 Assistir vídeo

Bloco 6 de 9 01:13:59 14/06/2012 Assistir vídeo

Bloco 7 de 9 00:52:42 14/06/2012 Assistir vídeo

Bloco 8 de 9 00:52:37 14/06/2012 Assistir vídeo

Bloco 9 de 9 01:11:53 14/06/2012 Assistir vídeo
 

domingo, 22 de maio de 2011

Redes sociais e sites facilitam o aprendizado de idiomas

Quando o lápis vira mouse e o caderno, tela de computador, a interatividade e as possibilidades do meio online tornam o aprendizado de idiomas mais dinâmico. Com uma infinidade de ferramentas e um público que ultrapassa as fronteiras da sala de aula, muitos professores buscam dividir e compartilhar conteúdos linguísticos na web.
Junto a isso, cresce o número de redes sociais voltadas somente para a troca de informações entre pessoas de diferentes nacionalidades, em que o objetivo é ensinar sua língua nativa para interessados ou aprender inglês com um americano, por exemplo.
O site LiveMocha é um desses espaços. Ao criar um perfil com nome, idade e língua nativa, o interessado deve deixar claro que idioma deseja aprender e se está disposto a ensinar ou somente ser ensinado. A partir daí, a rede indica as melhores pessoas para ajudar e os perfis que precisam de auxílio. Criado em 2008, o site já tem 10 milhões de inscritos e mais de 30 possibilidades de idioma. Os sites Italki e Lang-8 seguem a mesma linha.
Mas será que é possível aprender sem o auxílio de professores formados e somente com trocas de experiência e conversação? Para Cíntia Borher, pedagoga especialista em educação a distância da organização Projetos Pedagógicos Dinâmicos, esse tipo de aprendizado não apenas é eficaz, como também é a melhor forma de conhecer outra língua na internet. "Na minha opinião essa forma é a que mais funciona, pois é viva e dinâmica. Além disso, cria vínculos afetivos, atiça a curiosidade e motiva o aluno constantemente", diz.
Cíntia acredita na possibilidade de dominar outro idioma somente por meio da web, mas lembra que isso só é possível quando existe comprometimento e organização do interessado. "A fixação do conteúdo vai depender única e exclusivamente do aluno. Ou seja, ele não pode contar com a cobrança e avaliação de desempenho por parte do professor", afirma. Outro ponto em que os "autodidatas online" devem ficar alertas é sempre contar com uma fonte segura que possa responder dúvidas, corrigir exercícios de gramática e avaliar a pronúncia das palavras.
Os estudantes podem encontrar esse tipo de ajuda nas próprias redes sociais voltadas para o aprendizado de idioma, ou em ferramentas eletrônicas da web. Exemplo disso é o programa Forvo, que funciona como um pronunciador de palavras online. Basta escrever o termo desejado na barra de busca que uma série de gravações, feitas por colaboradores do mundo inteiro, ficam disponíveis em sua tela. Depois, basta clicar nos links e escutar a fonética da expressão.
Blogs e vídeos são ferramentas
Pessoas prontas para ensinar é o que não falta no mundo online. Ao colocar as palavras idioma, aprendizado e blog em sites de busca, mais de 800 mil opções são expostas. Basta escolher o tipo de professor e módulo de aulas que mais lhe agradam.

O catarinense Ueritom Ribeiro Borges, 26 anos, é uma dessas pessoas. Escritor do site Inglês para Leigos, recebe mais de mil alunos diariamente. Fazendo uso de ferramentas como áudio, vídeos e dicas de programas virtuais, o professor de sistemas de informação virou craque em inglês e hoje já ganha dinheiro com isso. Borges explica que além dos posts no blog, ele também corrige exercícios e responde dúvidas por e-mail, telefone ou MSN.
O professor criou o espaço em 2008, com o único objetivo de mostrar para as pessoas que é possível aprender inglês sozinho. O fato é que Borges também já foi um aluno de inglês da internet. "Eu aprendi tudo por sites, blogs e também pelo LiveMocha, que ajuda bastante", conta. O morador de São José (SC), afirma que fez testes online que avaliam nível de inglês, e em todos foi considerado avançado. Para ele, a proficiência e a fluência só ocorrem quando existe uma vivência com as pessoas e com países que tenham o idioma aprendido como língua oficial.
Assim como Ueritom, muitos blogueiros ensinam diversos idiomas pela web e não são professores formados. "Desde que estejamos dispostos para o aprendizado, até mesmo leituras aparentemente informais podem ser grandes lições. Só é necessário checar as informações em livros didáticos ou com nativos por meio das redes sociais", diz a pedagoga Cíntia, especialista em educação dinâmica.
Além de blogs e sites, outra ferramento utilizada são as aulas-vídeo. Por meio de programas como o Youtube, diversos educadores têm gravado aulas e criado módulos de aprendizado. Duiglio Serato, 34 anos e natural de Como, na Itália, aprendeu português na internet e também no dia-a-dia de São Paulo, onde mora há três anos e trabalha como vendedor.
O estrangeiro começou a ministrar aulas de italiano para brasileiros pelo Youtube no ano passado. No site, já possui 224 seguidores e 13 vídeos feitos. "Em cada vídeo eu ensino uma coisa. Mas ainda estou no nível básico. Aos poucos eu devo passar para o intermediário e depois para o avançado", diz.
Somente com um dos vídeo, Duiglio chega a receber mais de mil visualizações. "Acho muito bonita essa troca que a internet possibilita. Mas não acho que é possível aprender o italiano somente com meus vídeos, eles servem somente como uma base para quem quer ter noções da língua", afirma 

TERRA

sábado, 14 de maio de 2011

Facebook lança guia para ajudar professores a usar mídia social

O Facebook lançou nesta semana um guia que pretende ajudar os professores do mundo todo a entender e aproveitar a mídia social na sala de aula. Chamado de Facebook para Educadores, o material é gratuito e pode ser acessado no endereço http://facebookforeducators.org/.
O guia foi escrito pela especialista em educação Linda Fogg Phillips, pelo mestre Derek Baird e pelo doutor. BJ Fogg. Segundo Phillips, "os professores estão reconhecendo que precisam ter um melhor entendimento sobre o Facebook e utilizá-lo de forma positiva e produtiva para apoiar a educação dos alunos do século 21".
A especialista afirma que o Facebook influencia todos os aspectos da sociedade e está mudando a maneira de se comunicar e interagir. "Os professores precisam conhecer e entender essa tecnologia para que sejam capazes de atender às necessidades educacionais dos alunos de hoje. Também precisam saber ensinar e estimular seus alunos a serem bons 'cidadãos digitais'", diz.
Segundo Phillips, os educadores podem utilizar a mídia social como forma de aprendizado em sala de aula. "Os professores que entendem que uma das ferramentas mais poderosas para o ensino é também um meio que promove o entusiasmo pelo aprendizado, têm grande capacidade de engajar seus alunos em uma experiência de aprendizado ativa. Alguns professores estão usando o Facebook como uma ferramenta para apoiar discussões em classe, ampliar a conscientização de eventos e causas, estimular a colaboração entre os alunos e encorajar o aprendizado além da sala de aula", afirma.
Ela afirma ainda que a ferramenta para os professores foi desenvolvida para oferecer informações atualizadas sobre o Facebook, além de conteúdo sobre como utilizar a mídia como uma ferramenta de suporte para a educação. "Os professores encontrarão tutoriais fáceis de entender, informações mais detalhadas, dicas e ideias criativas sobre o uso do Facebook na educação", completa.
Por enquanto o material está disponível apenas em inglês, mas, segundo o Facebook, em breve será traduzido para outros idiomas. 

TERRA

terça-feira, 19 de abril de 2011

SP Secretaria de Educação realizará curso Metrópole Digital para professores

Para ampliar o conhecimento dos educadores das escolas municipais de São Paulo sobre a cultura digital e aprimorar a formação de alunos monitores, a Secretaria de Educação criou o curso Metrópole Digital, que atingirá 400 professores paulistanos que desenvolvem projetos na área. As inscrições estão abertas e as aulas iniciam em maio.

O curso Metrópole Digital propõe potencializar o uso dos recursos tecnológicos como instrumentos de protagonismo infanto-juvenil, bem como a comunicação por meio das linguagens próprias das redes sociais e demais canais na internet. Os professores serão instigados a explorarem a ferramenta digital como instrumento de análise da cidade de São Paulo, pelo olhar dos alunos.

Além disso, os educadores construirão juntos novas propostas para a atuação do Professor Orientador de Informática Educativa (POIE), destacando o papel deles como gestores das tecnologias na Educação e formadores de alunos monitores. Hoje, a Rede Municipal de Ensino conta com 803 POIEs atuando nas escolas, desde a Educação Infantil ao Ensino Médio.

As inscrições podem ser feitas aqui no Portal da Educação por professores e POIEs de todos os níveis de ensino. Além das aulas presenciais – nos dias 21/05, 13/08 e 08/10 -, os educadores terão aulas à distância em uma comunidade virtual de prática colaborativa. Uma parte do curso também deverá ser desenvolvido junto dos estudantes nas escolas.

Programa Informática Educativa

O Programa de Informática Educativa da Rede Municipal de Ensino de São Paulo tem buscado promover a inclusão digital, por meio das linguagens midiáticas, de todos os alunos paulistanos, da Educação Infantil ao Ensino Médio.

Para que as escolas tenham um  plano que envolva a democratização e o acesso a todos  os recursos disponíveis para a inclusão digital, foram elaboradas diretrizes básicas pela Secretaria Municipal de Educação que são complementadas pelos projetos pedagógicos dos POIEs de cada escola.  Hoje, todas as escolas municipais de Educação Infantil, Ensino Fundamental, de Ensino Médio, as escolas de Educação Especial e os Centros de Integração de Jovens e Adultos (CIEJAs) possuem os computadores para o uso nas aulas de informática.

Programa Aluno Monitor

Uma das ações de inclusão digital é o Programa Aluno Monitor, desenvolvido nas escolas municipais de ensino fundamental e nos CIEJAs da rede. Como aluno monitor, o estudante acompanha todas as ações promovidas no laboratório de informática, desde o planejamento e execução das atividades até a avaliação dos outros estudantes. Ele utiliza seus conhecimentos para que os demais alunos criem maior intimidade com as máquinas e os softwares e, ao trabalhar lado a lado do POIE, contribui com o letramento digital, desenvolvendo entre os alunos a capacidade de pesquisa, comunicação e publicação de materiais na Internet.


19/04/2011 - 18:05

Secretaria Municipal de Educação de São Paulo

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Professor usa Facebook para ensino à distancia

Alunos estudam e são avaliados utilizando a rede social

por LUIZA SAHD | 13/04/2011 17h 55
As redes socias estão crescendo de maneira vertiginosa no Brasil. Entre blogs, microblogs, redes de compartilhamento de fotos, imagens e vídeos, o Facebook é uma plataforma que mistura todos esses elementos e virou unanimidade entre os jovens.
Observando essas tendências e o comportamento de seus alunos, o professor de geografia Eduardo Castro, do Colégio Sidarta, em Cotia, resolveu apostar no Facebook como ferramenta de ensino à distância. "Pensava em criar um espaço fora de sala de aula para ampliar os estudos, e que viabilizasse uma interação com os alunos. Inicialmente pensei em um blog, mas, analisando o Facebook, vi que ali estava um meio com todos os elementos necessários para meu projeto de EAD", conta Eduardo.
- Use os dispositivos móveis e até o Facebook para estudar
Em entrevista ao GUIA DO ESTUDANTE, o professor explicou que o conteúdo do ensino médio é extenso e nem sempre era possível contemplar assuntos da atualidade com a profundidade que mereciam. Dessa forma, o Facebook surgiu como um meio para a postagem de notícias, vídeos, links e arquivos que poderiam interessar aos estudantes.
O sucesso da iniciativa entre os alunos do 3º ano foi tanto que os alunos do 2º ano também pediram um grupo de Facebook para o professor. Hoje, o volume de interações da turma do 2º ano já superou a quantidade de postagens da turma de 3º ano.
Outra vantagem do Facebook, segundo o professor, está no uso do chat. "Essa ferramenta é muito simples e possibilita plena interação entre todos nós, tanto eu com eles, como entre eles próprios. Já percebi, na prática, como funciona bem", conta Eduardo, que vem tirando muita dúvida de aluno na véspera da prova via FB. "Eles estão sempre conectados e a receptividade é muito boa".


Embora a turma do 2º ano tenha recebido a novidade com entusiasmo, Eduardo Castro ainda não aplicou avaliações através do Facebook para esses alunos. A turma de 3º ano já foi convidada a postar comentários sobre materiais publicados na rede social valendo nota. De acordo com o professor, a escola respaldou a iniciativa desde o começo. "Esse tipo de interação [em redes sociais] já virou um hábito irreversível dessa geração. A escola não pode ficar fechada dentro dos próprios muros. Nós, educadores, só vamos conseguir interferir efetivamente na vida e nos interesses dos alunos quando alcançarmos a linguagem deles", diz.

GUIA DO ESTUDANTE

domingo, 2 de janeiro de 2011

Universidades aproveitam redes sociais para aproximar estudantes

Marcar presença nas redes sociais já não é preocupação apenas de empresas e pessoas físicas. O setor de ensino superior disputa a atenção do público por meio de perfis no Twitter, Facebook, canais no YouTube e comunidades no Orkut. Como mídias, estas plataformas servem para propósitos distintos que variam da divulgação de informações oficiais até o relacionamento com a comunidade acadêmica.
Foco nos calouros
Em tempos de vestibular e matrícula, os novos estudantes se tornam os followers mais desejados por microblogs como o da Faculdade Senac de Goiás, que usa seu Twitter principalmente para divulgar inscrições para o processo seletivo, aulas demonstrativas, gabaritos e listas de resultados.
Já tem até universidade reservando nome de perfil no Twitter para o concurso de 2012 - é o caso da Universidade Federal Fluminense que batizou um perfil por @Vest2012 e, mesmo sem nenhum tweet, já atraiu 465 seguidores.
A tuitagem com cara de propaganda, porém, também pode reverter em benefício ao futuro aluno. É no que apostam as faculdades Cambury, de Goiás, e UniCeuma, do Maranhão. Em suas timelines, aproveitam para divulgar descontos na matrícula. Já a gaúcha Feevale sorteou um notebook entre os seguidores de seu perfil principal.
Outros modos de exploração das redes sociais
Ao longo dos semestres letivos, o tom dos discursos das universidades nas redes sociais se desdobra em relacionamento, divulgação de atividades institucionais e serviço ao aluno. A Anhembi Morumbi criou uma série de perfis divididos de acordo com os cursos oferecidos. Cada timeline traz indicações de conteúdos de vários sites com assuntos correlatos ao universo de aprendizado daqueles estudantes. É uma grande seleção de links úteis e interessantes a cada grupo. Aos seguidores da veterinária, um documentário da BBC com espécies estranhas de animais pode interessar. Aos alunos de Moda, links para blogs europeus com as tendências da próxima estação cairão bem ao repertório.
Outro segmento de instituições de ensino mergulhou no Twitter para conversar. Exemplo disto é a Faculdade Univix, que responde a dúvidas de seguidores em geral, sendo eles integrantes da comunidade acadêmica ou pretendentes a vagas no ensino superior. O texto dos tweets é tão informal que, em alguns casos, chega a ser escrito em primeira pessoa e até assinados.
Redes próprias
A Unicamp preferiu criar um espaço social online exclusivo para a sua comunidade, o Alumni. A plataforma integra alunos, colaboradores e estudantes egressos que hoje ocupam cargos de gestão no mercado. Através desta rede de contatos permanente, a rede busca auxiliar universitários e formandos na busca por vagas de estágio e emprego.
Outra instituição de ensino que aposta em solução própria é a São Judas, de São Paulo. Construída em WordPress, a rede "Interconectados" convida um grupo amplo - de vestibulandos a ex-alunos - para contarem histórias ligadas à universidade ou à formação profissional. A estratégia se estende para ambientes já consolidados como Facebook, Orkut, Flickr e YouTube, focando na integração da comunidade e dando visibilidade a conteúdos destas pessoas.
Instituições com redes próprias não são novidade. Em 2007, a Universidade Federal Fluminense embarcou no sucesso que o Orkut já experimentava no Brasil e criou o seu Orkuff. A ideia era de uma ferramenta que agrupasse informações e serviços acadêmicos, como acesso a documentos, inscrições em disciplinas, divulgação de notas, continuação das discussões de sala de aula e contato com o professor.
Orkut como espaço para alunos
Enquanto a maioria dos perfis de Twitter de universidades ainda é administrada pelas instituições, as comunidades de cursos superiores no Orkut são mesmo território dos alunos. Entre os grupos mais numerosos, a comunidade Universidade Anhembi Morumbi reúne mais de 21 mil membros. Nos tópicos deste fim de ano, a ânsia por conhecer os novos colegas fica explícita em tópicos como este, aberto pelo estudante Marcelo: "Campus Morumbi 2011: quem vai estudar ano que vem lá?". As mais de 4,5 mil respostas contam o curso e o turno em que cada estudante assistirá às aulas.
Mas não apenas os calouros tiram proveito destas discussões. Acadêmicos de todos os níveis convidam para festas nas repúblicas, marcam "orkontros", combinam como será o trote aos novatos, elegem os recantos mais bonitos dos campi, tiram dúvidas sobre documentação e datas de matrícula e não poupam caracteres para protestar. Os fóruns manifestam desde insatisfações com os bebedouros até o valor da mensalidade de instituições privadas.
As estrangeiras focam no Facebook
A Universidade de Stanford tem uma das fanpages mais interessantes no Facebook, com uma aba "What's your Story?", com relatos de estudantes sobre escolha da profissão e peculiaridades de sua rotina acadêmica. Além disso, posta vídeos com depoimentos de professores a partir de questões levantadas pelo público na própria rede social.
A fanpage da Universidade Cristã do Texas usa seu mural para integrar novos estudantes, que procuram espontaneamente a página para dizer que foram aceitos. Imediatamente, recebem os parabéns em público da universidade e de outros colegas.
Aqui no Brasil, a USP alimenta sua fanpage com notícias veiculadas pela agência da universidade. A Universidade do Vale do Itajaí, de Santa Catarina, agregou vídeos às notícias. Como o desafio é participar das redes sociais, os vídeos sobre a instituição também estão no YouTube. 

REDAÇÃO TERRA

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Conheça as redes sociais dos órgãos do Governo de SP

Terça-Feira, 23 de Novembro de 2010


Os órgãos do Governo do Estado de São Paulo estão ampliando sua comunicação com o cidadão por meio das redes sociais. Depois que a Secretaria de Gestão Pública liberou o acesso às ferramentas de relacionamento online, secretarias, autarquias, empresas e fundações vinculadas ao Estado expandiram os canais de informação para melhor informar a população paulista.

Pelo menos 39 entidades já criaram perfis no Twitter - microblog que permite a comunicação instantânea entre os usuários cadastrados por meio de mensagens de até 140 caracteres. Duas secretarias - a de Gestão Pública e a da Saúde - mantém blogs em operação. No Orkut, quatro órgãos já garantiram presença. Ainda há contas das entidades do governo paulista em execução no YouTube (compartilhador de vídeos), Facebook (rede de relacionamento) e até no Flickr (compartilhador de imagens).

O Governo de São Paulo realmente utiliza a tecnologia das novas mídias e plataformas. O Emprega SP, programa da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho, por exemplo, envia mensagens de textos com o oferecimento de vagas de trabalho para o celular de candidatos cadastrados em um banco de dados. O Poupatempo também criou o serviço e envia informações como o tempo de espera na fila, por exemplo.

Confira a lista de órgãos do Governo de São Paulo com redes sociais ativas:

Twitter
1. Secretaria de Comunicação - www.twitter.com/governosp
2. Secretaria de Gestão Pública - www.twitter.com/gestaopublicasp
3. Secretaria da Fazenda - www.twitter.com/FazendaSP
4. Secretaria de Educação - www.twitter.com/educacaosp
5. Ipem-SP - www.twitter.com/IpemSP
6. Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência - www.twitter.com/deficienciasp
7. Secretaria do Meio Ambiente - www.twitter.com/ambientesp
8. Museu da Casa Brasileira - www.twitter.com/mcb_org
9. Sabesp - www.twitter.com/ciasabesp
10. Secretaria de Cultura - www.twitter.com/CulturaSP
11. Imprensa Oficial - www.twitter.com/ImprensaOficial
12. Centro Paula Souza - http://twitter.com/paulasouzasp
13. Acessa Escola - www.twitter.com/acessaescola
14. Secretaria de Agricultura e Abastecimento - www.twitter.com/agriculturasp
15. Acessa SP - www.twitter.com/acessasp
16. Biblioteca Virtual - www.twitter.com/bvsp
17. Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho e Emprega SP - www.twitter.com/empregosp
18. Secretaria dos Transportes - www.twitter.com/transportessp
19. Secretaria de Segurança Pública - www.twitter.com/segurancasp
20. TV Cultura - www.twitter.com/TVcultura
21. Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social - www.twitter.com/assistenciasp
22. IPT - www.twitter.com/iptsp
23. Fundação CASA - www.twitter.com/fundacaoCASA
24. Secretaria de Economia e Planejamento - www.twitter.com/planejamentosp
25. Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania - www.twitter.com/justicasp
26. Secretaria de Esporte, Lazer e Turismo - twitter.com/esporte_sp e www.twitter.com/turismosp
27. Metrô - www.twitter.com/metrosp_oficial
28. CPTM - http://twitter.com/cptm_oficial
29. Univesp - http://twitter.com/univesp
30. Poupatempo - www.twitter.com/poupatemposp
31. Polícia Militar SP - http://twitter.com/pmesp
32. Fundação PROCON - www.twitter.com/procon_sp
33. Secretaria da Saúde - http://twitter.com/saudesp
34. Gati (Grupo de Apoio Técnico à Inovação) - http://twitter.com/sgpgati
35. Secretaria da Administração Penitenciária - www.twitter.com/sapsp
36. Cepam - http://twitter.com/cepam
37. Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos - http://twitter.com/emtu_oficial
38. Secretaria de Desenvolvimento - http://twitter.com/desenvolvesp

Blogs
1. Secretaria de Gestão Pública - http://secretariadegestao.blogspot.com/
2. Secretaria de Saúde - http://www.saudeemacao.blogspot.com/
3. Biblioteca Virtual - http://bibliotecavirtual.wl.blog.br/blog/
4. Gati (Grupo de Apoio Técnico à Inovação) - http://igovsp.blogspot.com/
5. Poupatempo - www.poupatemposp.blogspot.com
6. Blog do Comandante Geral da PM - http://www.policiamilitardesaopaulo.blogspot.com/

Perfis no Orkut
1. Secretaria de Comunicação (Governo de São Paulo) - http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?rl=cpn&cmm=90814067
2. Ipem-SP - http://www.orkut.com.br/Main#FullProfile.aspx?rl=pcb&uid=7920331086987652257
3. Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania - http://www.orkut.com.br/Main#Profile?rl=ls&uid=4620987706880561023
4. Centro Paula Souza - http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=92648700
5. Biblioteca Virtual - http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=40480664

Facebook
1. Secretaria de Comunicação (Governo de São Paulo) - http://www.facebook.com/pages/Sao-Paulo-Brazil/Governo-do-Estado-de-Sao-Paulo/92227023652
2. Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social - www.facebook.com/assistenciasp
3. Ipem-SP - http://www.facebook.com/friends/?ref=tn#/profile.php?id=1792016967&ref=profile
4. Secretaria da Agricultura e Abastecimento - http://www.facebook.com/profile.php?id=100000047831751
5. Centro Paula Souza - http://www.facebook.com/profile.php?id=100000072108310
6. Sabesp - http://www.facebook.com/home.php#/profile.php?id=100000098004882&ref=name
7. Biblioteca Virtual - http://www.facebook.com/pages/Sao-Paulo-Brazil/Biblioteca-Virtual-do-Governo-do-Estado-de-Sao-Paulo/96789390506?ref=ts

Canais no YouTube
1. Secretaria de Comunicação (Governo de São Paulo) - http://www.youtube.com/governosp
2. Sabesp - http://www.youtube.com/user/saneamentosabesp
3. Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social - www.youtube.com/assistdesenvsp
4. Secretaria da Agricultura e Abastecimento - http://www.youtube.com/agriculturasp
5. Secretaria do Meio Ambiente - http://www.youtube.com/ambientesp
6. Biblioteca Virtual - http://www.youtube.com/user/BVGESP
7. Acessa SP - www.youtube.com/acessasp
8. Poupatempo - www.youtube.com/poupatemposp
9. Secretaria de Desenvolvimento - http://www.youtube.com/desenvolvesp

Flickr
1. Secretaria de Comunicação (Governo de São Paulo) - http://www.flickr.com/photos/governosp
2. Ipem-SP - http://www.flickr.com/photos/39942564@N05/sets
3. Secretaria de Transportes - http://www.flickr.com/photos/transportessp
4. Secretaria da Agricultura e Abastecimento - http://www.flickr.com/people/agriculturasp/
5. Secretaria do Meio Ambiene - http://www.flickr.com/photos/ambientesp/
6. Sabesp - http://www.flickr.com/photos/sabesp/
7. Secretaria de Gestão Pública - www.flickr.com/gestaopublicasp
8. Acessa SP - www.flickr.com/acessasp
9. Poupatempo - www.flickr.com/poupatemposp

SMS (mensagens de texto)
1. Emprega SP - em funcionamento. Envia avisos de vagas compatíveis aos celulares dos candidatos.
2. Incor - em breve vai lembrar pacientes sobre consultas e exames com antecedência.
3. Poupatempo - envia mensagens de texto informando o tamanho da fila para tirar documentos, entre outras informações.

Acesso WAP
1. Metrô - www.metrosp.mobi
2. Secretaria do Meio Ambiente e Cetesb - http://wap.ambiente.sp.gov.br
3. Portal do Governo - http://m.saopaulo.sp.gov.br



PORTAL ACESSA ESCOLA

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Rede social promete ajudar estudante na preparação para o Enem

G1:

Usuários trocam informações sobre exame e tiram dúvidas com professores.
Criadores dizem que rede tem 12 mil participantes.

Uma rede social nos moldes do Orkut, Twitter e Facebook promete ajudar os estudantes a se preparar para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Lançada há cerca de um mês, a rede “Eu No Enem” tem 12 mil usuários, segundo seus criadores.
Ao se cadastrar, o estudante tem acesso a grupos de discussão sobre as disciplinas que caem na prova e a debates sobre atualidades. Pode também fazer perguntas a professores e mandar redações para serem corrigidas.
“Percebemos um sentimento de cooperação. Os estudantes se ajudam”, disse o gerente de conteúdo da rede, Rodrigo Storino. A rede foi criada pela mesma equipe da Escola 24 Horas, site que vende conteúdo educacional.
Segundo Storino, a equipe monitora a rede para evitar a publicação de conteúdo inapropriado, bullying e divulgação indevida de propaganda. “Até agora tivemos poucos problemas. Os próprios alunos se moderam”, afirmou.
Para a pedagoga Heloisa Machado, que é gerente de serviços da rede, os estudantes acessam o site para trocar informações sobre o exame. “Está produtivo. Entram com o intuito de estudar. Alunos do Brasil todo postam o que estão estudando”, afirmou.
A professora de espanhol Rita de Cacia Pachini de Souza insere perguntas e respostas na rede, disponibiliza links de jornais espanhóis e mantém um blog do idioma.
Este será o primeiro ano em que o Enem terá língua estrangeira. O estudante pode optar por inglês ou espanhol. “Dou dicas sobre os falsos cognatos e verbos”, disse Rita.
A sugestão da professora é que os estudantes leiam textos de jornais em espanhol e que tentem compreender o que estão lendo para treinar para o Enem. “Cai muita interpretação de texto”, afirmou Rita.
Segundo a professora, a principal diferença entre trabalhar no ambiente da internet e dar aulas em escolas é que o retorno dos estudantes não é imediato. “Você fica na expectativa da resposta”, disse. Por outro lado, a professora comemora o fato de ensinar apenas a quem está interessado na disciplina. “Acessa quem gosta e quer aprender”.
O estudante Pedro Henrique, de 17 anos, que mora em Cotia, na Grande São Paulo, disse acessar a rede para buscar informações sobre atualidades e biologia. “Tenho mais dificuldade em biologia. Já tirei dúvidas com outros estudantes e professores”, disse. Pedro disse que conheceu o site por um primo que já usava.
Candidato a uma vaga no curso de engenharia elétrica da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Universidade Federal do ABC (UFABC), o adolescente estuda pela manhã na escola e à tarde em casa. “Não quis fazer cursinho ainda. Se não entrar, faço no ano que vem”, afirmou.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Migux - O que é?

O que é o Migux?


O Migux é uma plataforma virtual de socialização infantil que tem como objetivo permitir que as crianças utilizem funcionalidades e ferramentas interativas que elas adoram, mas que hoje raramente são encontradas em ambientes lúdicos e educativos.

Como é o Migux?


O Migux é um ambiente imersivo onde, por meio de avatares e em situações multi-usuários, as crianças podem criar sua página pessoal (em forma de casinha personalizável), se comunicar com seus amigos individual ou coletivamente, deixar recados nos murais da sua rede pessoal, colecionar objetos, jogar e fazer várias atividades educativas e, principalmente, muito divertidas.

Por que você deve cadastrar seu filho no Migux?


As crianças desta geração já participam ativamente do mundo virtual. Entretanto, a maioria das ferramentas mais encantadoras da web não é para elas.
O Migux foi concebido para permitir que essa geração de crianças ultraconectadas também possa usufruir ao máximo dos benefícios da internet.

Qual o diferencial do Migux?


O principal diferencial do Migux é ter como prioridade a interação de crianças e o estímulo à comunicação virtual de uma maneira saudável.
Utilizando recursos gráficos e lúdicos, a criança é incentivada a valorizar suas amizades e preservar sua intimidade. No Migux, sua casinha, seus recados e suas artes só são vistas por quem a criança autorizar.
O trabalho pessoal e artístico tem grande destaque no ambiente, que oferece uma ferramenta de desenho para que os pequenos possam não só "fazer suas artes" como também expor, doar aos amigos e, em breve, até colocar à venda dentro da galeria!

Por que o Migux é mais seguro que outras redes de relacionamento?


A preocupação com a segurança e a menor exposição possível do usuário também faz do Migux um produto singular.
Todos os IP e conversas que ocorrem dentro do Migux são gravados.
O ambiente tem regras claras de comportamento. O não cumprimento das regras pode levar inclusive ao banimento do usuário.
Além de ter o registro de todas as conversar e mensagens deixadas no ambiente, o sistema não permite que o conteúdo personalizado pela criança seja visualizado por qualquer um. Para ver o que se passa na casinha ou mural (página pessoal) de um usuário é preciso ser aceito por ele em sua rede de relacionamentos.
Uma outra maneira de manter o ambiente seguro é estimulando ao máximo a participação dos pais. Nós acreditamos que, em vez de proibir ou liberar geral a internet para as crianças, o mais saudável é que os pais sejam próximos e participativos.

Quais são as principais atividades que as crianças podem aproveitar?


Ao entrar no ambiente, a criança já começa escolhendo o avatar como o qual mais se indentifica. A partir daí já é possível:
  • Personalizar seu avatar.
  • Convidar amigos para que façam parte da sua rede de relacionamento.
  • Deixar recados e mensagens para os amigos.
  • Participar de jogos e observar que a pontuação é revertida em moedas virtuais.
  • Desenhar e enviar suas artes para os amigos.
  • Administrar suas moedas virtuais escolhendo o que adquirir com elas.
  • Brincar de casinha.
  • Trocar suas moedas por objetos para sua casa ou em material para desenho virtual.
  • Brincar de invisibilidade e transitar pelo universo sem ser perturbado.
  • Ganhar recompensas por seu bom comportamento virtual.

Por que assinar?


O Migux é um ambiente aberto democraticamente a todas as crianças. Entretanto, os assinantes têm vantagens que aumentam a interação e a experiência do usuário no ambiente, como:
  • Novos modelos de casinhas.
  • Objetos exclusivos.
  • Efeitos especiais para o avatar.
  • Possibilidade de incluir um número maior de pessoas na lista de amigos.
  • Permissão para conhecer antes as novidades do Migux.
  • Entrada VIP nos servidores mais disputados.

Como os pais podem ajudar a manter os filhos seguros na Internet?


Dicas da Safernet
  • As tecnologias mais avançadas para proteger crianças e adolescentes em qualquer espaço continuam sendo diálogo e orientação. Tenha certeza de que proibir não educa e não previne de nada.
  • Se não sabe usar o computador nem navegar na Internet, aproveite para aprender junto com seus filhos. Verá que será muito interessante receber lições de tecnologia, entender o que eles fazem, com quem conversam e o que divulgam na Internet. E você terá oportunidade para ensiná-los a tomar cuidado.
  • Coloque-se sempre à disposição para que peçam ajuda quando se sentirem ameaçados ou receberem conteúdos impróprios on-line.
  • No lugar das velhas dicas para não receber doces nem carona de estranhos, hoje os pais precisam alertar os filhos para não divulgarem dados pessoais na Internet, não aceitarem convites para se encontrarem com amigos virtuais e nem receberem arquivos de estranhos.
  • Espionar e gravar tudo o que seus filhos fazem não são boas saídas, pois você fere a privacidade e pode fragilizar a confiança. Pense bem: você grava as conversas dos filhos na quadra de futebol ou na casa de bonecas? Por que faria isto na Internet?
  • Programas de filtro de conteúdo podem ajudar, mas o diálogo aberto sobre como, quando e com quem usar a Internet continua sendo responsabilidade dos pais. Os Programas podem funcionar bem em casa, mas e na Lan House? E na casa do colega?
  • Ensine que não podemos acreditar em tudo, nem em todos. Como em todos lugares, há pessoas mal intencionadas e mentirosas.
  • Mantenha sempre diálogo aberto com seus filhos. Assim eles poderão incorporar as dicas de segurança como proteção e não apenas como mais uma regra imposta. Quando entenderem que é para o bem deles, estarão protegidos em todos os lugares. 
Extraído da página para os pais

Site Migux 

terça-feira, 25 de agosto de 2009

A febre das redes sociais no Brasil




Segundo estudo da consultora americana McCann, o Brasil é o 4º país no mundo que mais utiliza as redes sociais, atrás da Rússia, Índia e China. Foram analisadas 22.729 pessoas, com idade entre 16 e 54 anos. Um total de 69% dos brasileiros que responderam a pesquisa possui cadastro em ao menos uma rede social.

Atualmente, a maioria dos brasileiros que tem acesso à internet possui “obrigatoriamente” um e-mail e um cadastro em alguma rede social. Seja para encontrar velhos amigos, para trocar mensagens com os atuais, buscar um novo amor ou até encontrar um emprego, o fato é que o número de cadastrados nessas redes aumenta dia a dia, principalmente entre os jovens.

E qual a razão desse sucesso? No mundo digitalizado em que vivemos, a explicação está na possibilidade de acelerar uma ampla maneira de idéias a serem divulgadas, além da absorção rápida de novos elementos, até para chegar a um denominador comum. Ou seja, você faz um perfil, entra em uma comunidade que você gosta e nela, troca ideias e informações com pessoas que estão espalhadas pelo mundo.

As redes sociais têm papel importante na criação de uma identidade criativa nos adolescentes. Com uma ampla gama de novos conceitos, esses jovens podem, literalmente, “viajar na maionese”. Muitos deles, por exemplo, usam esse novo canal de interação entre as pessoas para executar projetos na escola, tornando-o visível para todos.

O assunto redes sociais ganhou tamanha proporção que até grandes empresas estão se cadastrando nessas redes para divulgar sua marca, seus produtos, enfim, o objetivo é criar um novo canal de comunicação com os possíveis consumidores. Esses fatos são comprovados pela pesquisa realizada pela McCann.

O curioso do estudo é que os quatro líderes do ranking (Rússia, índia, China e Brasil) não usam os sites americanos Myspace, Facebook e Friendster. Assim como na Índia, o Orkut tem, de forma disparada, a preferência dos brasileiros. Os motivos? Muito simples, a facilidade no manuseio e o receio com o que é novo. Além disso, as pessoas não se sentem vontade em administrar muitos perfis ao mesmo tempo.

As Redes Sociais no Brasil e no Mundo
Orkut
Usuários no Brasil – 24, 4 milhões
Usuários no Mundo – 70,7 milhões
Agrega mais de 70% dos usuários de internet no Brasil. Dificilmente perderá o trono a curto prazo.

Twitter
Usuários no Brasil – 2,7 milhões
Usuários no Mundo – 44,5 milhões
Cresceu 867% em pouco mais de um ano no Brasil. O país tem o maior número de twitteiros em relação ao total de usuários de internet.

MySpace
Usuários no Brasil – 2,5 milhões
Usuários no Mundo – 125 milhões
Apesar do crescimento em 400%, o número de usuários brasileiros em dois anos, recentemente a empresa fechou seu escritório local.

Facebook
Usuários no Brasil – 1,3 milhões
Usuários no Mundo – 250 milhões
Somou 340 milhões de visitantes únicos e, junho, ficando atrás apenas dos sites do Google, da Microsoft e do Yahoo.

(Dados da Revista Época, edição de 10/08/2009)

Notícias do

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Novo e-mail de "última geração" do Google mistura Gmail e MSN

FELIPE MAIA
da Folha Online

O Google anunciou nesta quinta-feira (28) o lançamento de uma espécie de "e-mail de última geração", que mistura aspectos de rede social, correio eletrônico e programas de mensagens instantâneas. O objetivo do produto, chamado Wave, é agilizar a troca de informações entre os internautas, permitindo o rápido compartilhamento de arquivos em texto, fotos e mapas.

Por enquanto, o Google Wave está disponível apenas para 3.000 desenvolvedores. Assim como acontece com o Chrome e o sistema operacional para celulares Android, a plataforma é aberta, para permitir que esses programadores adicionem aplicativos ao serviço. De acordo com a empresa, o sistema será aberto para usuários finais até o fim do ano.

A ideia é que os usuários saibam, em tempo real, o que seus contatos estão fazendo. Ao contrário do que acontece com o Windows Live Messenger, (popularmente conhecido como MSN) e nos sistemas de e-mail, em que é necessário que um usuário clique em "enviar" para que o outro receba a mensagem, no Wave as letras já aparecem enquanto o texto é digitado.

Também é possível adicionar fotos que estejam armazenadas no computador do internauta --uma ferramenta monta uma apresentação de slides com as imagens enviadas pelas pessoas que participam da conversa. Só têm acesso a esses dados os internautas adicionados à conversa.

O Wave também permite que vários usuários editem um documento de texto, por exemplo, ao mesmo tempo. O programa mostra as alterações feitas por cada um.

Há também a possibilidade de adicionar mapas e games ao sistema --durante apresentação em São Paulo, executivos mostraram o protótipo de uma partida de xadrez que pode ser jogada pelo serviço. O Google também promete uma ferramenta para a adição de vídeos.

Ainda não está claro como a ferramenta vai se integrar a outros produtos do Google, como o Docs e o Gmail, para impedir a "canibalização" entre os serviços.

"O Gmail é um serviço muito popular, várias pessoas o usam em todo o mundo. Estamos estudando modos de integrar o Wave a outros dos nossos serviços", afirma Lars Rasmussen, coordenador do projeto, desenvolvido pela unidade australiana da companhia.

O lançamento é uma resposta ao fato de o sistemas de e-mail estarem perdendo popularidade, devido à concorrência com redes sociais e sistemas de troca de mensagens instantâneas --o correio eletrônico tende a ser considerado um instrumento muito sisudo e protocolar.

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