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quinta-feira, 18 de julho de 2019

MINAS GERAIS - Educadores da rede estadual podem se inscrever para participar de curso sobre uso seguro da Internet

Curso é gratuito e ofertado na modalidade a distância

Estão abertas as inscrições para o curso “Educando para boas escolhas on-line”. Ofertado na modalidade EaD, o curso de 40 horas é gratuito e vai abordar o uso seguro, responsável e consciente da Internet. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG) e a Safernet Brasil.

As inscrições podem ser feitas em dois momentos. Para a primeira turma, o período de inscrição termina no dia 20 de julho e as aulas serão realizadas de 02 de agosto a 30 de setembro. Já a segunda turma recebe inscrições até 13 de setembro e o curso será ministrado de 01 de outubro até 30 de novembro. Clique AQUI para se inscrever.

terça-feira, 19 de março de 2019

6 dicas para preservar a segurança de crianças e adolescentes na internet

Criar hábitos seguros e identificar situações de risco são ações importantes no meio digital

O advento das redes sociais, a popularização de tecnologias como o smartphone e o tablet e o acesso à internet mudaram profundamente a forma como nos comportamos e nos relacionamos. A segurança desses ambientes digitais é um desafio complexo, em especial para pais e educadores que queiram proteger e garantir a preservação dos jovens no vasto e muitas vezes desconhecido campo da internet.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Tecnologias digitais na escola: driblando inconvenientes

"Uma das principais aprendizagens que o mundo digital potencializa é justamente a de como pesquisar na internet (selecionar, analisar, classificar)", afirma Priscila Gonsales

Fonte: O Estado de S.Paulo (SP)

Com a proximidade do ano letivo, novamente os educadores estarão diante do desafio de incorporar tecnologias digitais em seu cotidiano pedagógico. Seja na tentativa de usar novos dispositivos como tablets, smartphones ou laptops em atividades educativas, seja na integração de mídias digitais e redes sociais no processo de ensino e de aprendizagem de conteúdos curriculares.

Nesse cenário, é bem comum surgirem mais questionamentos sobre os inconvenientes que as tecnologias podem trazer para o contexto pedagógico do que ênfase nos benefícios e potenciais a serem aproveitados. Pensando em como driblar tais inconvenientes, listo abaixo algumas dicas a partir das principais queixas que tenho acompanhado em 12 anos de atuação na área:

Distração e dispersão: estudantes jogam e navegam na web em vez de prestar atenção nas aulas e fazer as atividades sugeridas.

Que tal combinar com a classe 10 minutos de navegação livre antes de iniciar a atividade? Em vez de pensar em “aula”, que carrega uma conotação meramente expositiva, procure planejar atividades ou projetos. Preparar um roteiro em conjunto com os alunos sobre como será realizada a atividade, com os respectivos combinados, e levantando com eles perguntas e dúvidas prévias sobre determinado conteúdo pode ser uma estratégia interessante para envolver a turma desde o princípio, evitando a dispersão. Lance desafios cooperativos, formando equipes para busca de diferentes informações na internet em um determinado intervalo de tempo para que depois possam compartilhar as descobertas.

Informações não confiáveis: há muito conteúdo disponível na web sobre todos os assuntos mas nem todo conteúdo é de qualidade.

Uma das principais aprendizagens que o mundo digital potencializa é justamente a de como pesquisar na internet (selecionar, analisar, classificar). Nesse sentido, não é exagero dizer até que o fato de não ser confiável é uma vantagem, pois cabe a cada pessoa, sozinha ou em grupo, analisar e comparar as fontes e não apenas receber informações prontas tidas como verdade única e absoluta. A inteligência precisa estar no indivíduo diante da máquina e não ao contrário. Ao sugerir uma atividade de pesquisa na internet não é necessário delimitar os sites para consulta, mas sim preparar uma lista de sugestões sobre como analisar cada endereço web encontrado, desde a origem - se é comercial (.com), governamental (.gov) ou de alguma instituição (.org) – até o conteúdo em si, sempre comparando informações para poder encontrar o que se procura. Em alguns casos, a estratégia do “copiar e colar” citando a fonte pode ser indicada para facilitar a análise crítica, pois assim todos poderão salvar em um arquivo separadamente e ler com calma as várias informações selecionadas para depois preparar a sua própria versão a partir do que foi pesquisado.

Aprendizagem superficial: a livre interação dos alunos com conteúdos disponíveis na web ocasiona apreensão de conteúdos de forma simplista e pouco aprofundada, tornando os alunos resistentes a empenhar o tempo necessário para consolidar as aprendizagens.

Há um pouco de mito nessa afirmação, pois a superficialidade da aprendizagem não pode estar ligada ao meio em si, uma vez que uma simples leitura de um tópico no livro didático com definições prontas sobre um dado assunto pode levar ao mesmo resultado. Nesse caso, o segredo está no desafio que será lançado pelo educador. O ideal é que o educador planeje, ou seja, que defina com antecedência os objetivos da aula ou do projeto a ser desenvolvido. É importante que o educador estimule os estudantes não apenas a buscarem respostas, mas sim a formularem suas próprias perguntas a partir de algumas hipóteses que podem ser levantadas em conjunto com a turma. Para refletir sobre a importância da dedicação aos estudos, o educador pode criar um gincana que evidencie o tempo necessário para o estudo de um conteúdo ou mesmo relatar o tempo de dedicação de autores e profissionais famosos em torno de seu ofício. Na obra Minha Vida Entre Livros, o bibliófilo José Mindlin conta algumas histórias de escritores famosos, como Guimarães Rosa e seus vários rascunhos, em uma persistente busca pelo melhor texto até chegar ao livro de fato.

Copiar e colar: a internet estaria incentivando os alunos a copiar fotos, textos, músicas, ilustrações e outros arquivos de sites para fazer um trabalho escolar e além disso, tal atitude pode estar violando a lei de direitos autorais.

Muitos já devem ter ouvido a resposta padrão para esse inconveniente: “Quando não tinha internet a gente copiava da enciclopédia”. De fato. O que faz diferença nesse caso e evita o simples recorte e cola de informação é quão desafiadora a atividade proposta é, ou seja, qual foi o roteiro sugerido pelo educador e qual o objetivo da pesquisa. Além disso, há outro ponto fundamental nessa queixa relacionada a uma ação ilegal de apropriação de obra protegida pela lei brasileira de direitos autorais. Antes de utilizar qualquer arquivo disponível online, ainda que gratuito, é fundamental consultar os “termos de uso” do site e verificar se o material foi licenciado de maneira aberta, isto é, se o autor permite que sua obra seja copiada, remixada ou usada para fins comerciais. No site do Projeto Recursos Educacionais Abertos Brasil há uma lista de repositórios online para encontrar recursos licenciados abertamente (http://rea.net.br/site/rea-no-brasil-e-no-mundo/rea-no-brasil/).

Ansiedade, vícios e isolamento: a interação constante dos estudantes com as telas digitais estaria provocando maus hábitos e problemas de comportamento e de saúde.

Como em tudo na vida, é sempre importante buscar o equilíbrio e, nesse sentido, os pais devem ser envolvidos nas conversas e debates, evidenciando a importância de incentivar também atividades “offline” como esportes e passeios. Vale a pena debater com alunos e pais casos reais que evidenciam sintomas como esses. Podem ser criadas campanhas na escola lideradas pelos próprios alunos para “prevenir” tais comportamentos. Existem materiais disponíveis na internet para usar como apoio: www.safernet.org.br; http://www.childhood.org.br/programas/navegar-com-seguranca; http://cartilha.cert.br/uso-seguro/; www.fundacaotelefonica.org.br/Uploads/book_telefonica_2_final.pdf.

Exposição da vida privada: redes sociais como Facebook, Foursquare, Instagram, entre outras, funcionam muitas vezes como uma agenda pública do cotidiano das pessoas, incluindo informações pessoais e fotografias.

Trata-se de um tema central que precisa ser debatido com os alunos, como por exemplo, o que pode ser público e o que deve ser privado na vida de cada indivíduo. Da mesma forma, postar fotos de amigos sem permissão também não é uma atitude responsável. Não adianta proibir na escola, pois os estudantes acessam em casa, na casa de amigos ou em centros públicos. Que tal criar um perfil ou um grupo tipo “fan page” nessas redes sobre algum tema do conteúdo estudado? Trata-se de uma forma de mostrar aos estudantes que é possível planejar outros usos além do compartilhamento de informações pessoais. Além disso, todos poderão vivenciar e debater na prática o que se deve ou não postar e para que público. Hoje em dia as redes permitem configurar permissões de visualização de forma que algumas postagens só possam ser vistas por quem realmente a pessoa conhecer ou familiares diretos. Anote na agenda a campanha pela Internet Segura que começa nesta terça-feira, 5 de fevereiro: http://www.diadainternetsegura.org.br/site/sid2012;

Tensão e estresse: pouca familiaridade com recursos da tecnologia digital constantemente lançados no mercado tem gerado desconforto entre educadores

Não é preciso estar em dia com todo e qualquer lançamento do mundo digital para ser um educador na cultura digital. O dispositivo em si não traz nenhuma melhoria ou inovação e nem o uso que se faz dele, muitas vezes uma mera reprodução de métodos ultrapassados. Em vez de querer utilizar a tecnologia na educação, procure refletir sobre como aproximar a educação da cultura digital. Ou seja, cada vez mais as pessoas estão mudando seus modos de ser e estar no mundo. Com a internet, distâncias geográficas são diminuídas, tornando possível, por exemplo, criar atividades colaborativas a distância. Reúna os professores da sua própria escola ou comunidade para discutir e trocar experiências sobre possibilidades e metodologias pedagógicas. Não existe uma receita pronta para usar, o importante é ousar e experimentar. Participe de grupos e fóruns online para trocar de experiências com outros educadores:
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/interacao.html.

Problemas técnicos e de software: quem nunca vivenciou a situação de travamento de software, de pane no áudio, arquivo que não abre, de falta de conexão? São inúmeros os problemas técnicos de manutenção dos computadores.

O famoso “plano B” deve sempre ser considerado, ou seja, se possível grave arquivos que iria usar ou tenha uma atividade offline substitutiva. A maioria das propostas podem ser realizadas sem o uso do computador em uma eventualidade, portanto não é motivo de pânico. Dar preferência a softwares livres – programas de computador que podem ser utilizados, copiados, modificados e redistribuídos sem restrições – é uma questão importante em relação ao acesso à educação como um direito. Além disso, evita a perda de arquivos salvos em versões antigas de softwares proprietários, pois não podem mais ser abertos nas versões mais atualizadas. O Libre Office, por exemplo, é um pacote de aplicativos em formato aberto (documento de texto, planilha, apresentação, etc), facilmente baixado e instalado em qualquer sistema operacional e que pode abrir qualquer outro arquivo proprietário semelhante.

Celulares e tocadores de áudio: pensei nesse último tópico sobre os dois dispositivos, por ser um assunto polêmico e alguns Estados, como São Paulo, têm até uma lei que proíbe o uso em escolas.

Não será vetando o uso desse ou daquele aparelho que se vai “garantir” a atenção do aluno em aula. Conquistar e manter a atenção do aluno foi, é e sempre será o grande desafio de todo educador. Também não será a mera proibição que evitará que fotos e vídeos desrespeitosos sejam postados na internet. Hoje os celulares estão aí, mas no passado eram bilhetes, figurinhas e vários outros elementos “dispersivos”. Segundo pesquisa TIC Criança de 2010, 59% das crianças de 5 a 9 anos já tem seu número de celular. Portanto, considero importante considerar celulares e tocadores de áudio para problematizar os usos possíveis na escola e estabelecer combinados e linhas de conduta. Quanto mais explícita e menos velada for a abordagem do tema, maior probabilidade de que o uso seja de fato responsável. Os tocadores de áudio mais modernos podem ser usados na escola na função agenda e os celulares na captação de imagens e vídeos para compor atividades educativas propostas. Veja mais orientações sobre uso responsável do celular e de outras telas digitais no infográfico: www.educadigital.org.br/telasdigitais.

* PRISCILA GONSALES: Jornalista e educadora, máster em Educação, Família e Tecnologia pela Universidade Pontifícia de Salamanca (Espanha). Cofundadora do Instituto Educadigital, atua na área de educação e tecnologia desde 2001. Como pesquisadora do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), coordenou durante 6 anos o Programa EducaRede Brasil, uma iniciativa da Fundação Telefônica focada em projetos de formação de educadores para a integração da internet na educação. Em 2011, foi jurada da categoria Midia Digital do Prêmio Prix Jeunesse Iberoamericano (Produções Audiovisuais para Crianças e Adolescentes). Em 2012, integrou a delegação brasileira no Congresso Internacional de Recursos Educacionais Abertos da Unesco, em Paris. É uma das autoras do livro Recursos Educacionais Abertos: Práticas Colaborativas e Políticas Públicas (http://www.artigos.livrorea.net.br/2012/05/aberturas-e-rupturas-na-formacao-de-professores/).

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Dicas de segurança em redes sociais

Agência FAPESP – O Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), lança um conjunto composto por fascículo e slides com dicas de segurança em redes sociais.

Assim como a cartilha completa, o fascículo é ilustrado e está disponível também em formato PDF. Para facilitar a discussão do assunto o material é acompanhado por slides, licenciados sob Creative Commons, e pode ser usado livremente para divulgar sugestões e boas práticas.

O objetivo é mobilizar escolas, educadores e pessoas interessadas para que divulguem o material entre crianças e adolescentes. De acordo com o CERT.br, esse público é parte da audiência dos sites de redes sociais e é importante que seja orientado para fazer o melhor uso das ferramentas, sem colocar em risco a privacidade e a segurança.

“O acesso às redes sociais faz parte do cotidiano de grande parte da população e, para usufruir plenamente delas, é muito importante que os usuários estejam cientes dos riscos que elas podem representar e possam, assim, tomar medidas preventivas para evitá-los”, disse Miriam von Zuben, analista de Segurança do CERT.br.

A cartilha e fascículo podem ser lidos em dispositivos móveis como tablets e smartphones. Mais informações: http://cartilha.cert.br/fasciculos e http://cartilha.cert.br

domingo, 5 de fevereiro de 2012

SP Rede do Saber Videoconferência "Dia da Internet Segura - Campus Party 2012"

Dia Mundial da Internet Segura  
No Dia Mundial da Internet Segura, acompanhe a programação especial que discute o uso responsável das tecnologias. Dia 07/02 às 10h30.
ASSISTA A GRAVAÇÃO


Videoconferência "Dia da Internet Segura - Campus Party 2012"

Data: 07/02/2012

das 10h30 às 12h45
O Dia Mundial da Internet Segura é uma iniciativa mundial que visa promover o uso seguro e responsável das tecnologias de informação e comunicação, especialmente por crianças e jovens, e é celebrada anualmente no mês de fevereiro.

A iniciativa do Dia Mundial da Internet Segura, organizada pela Insafe desde 2004, partiu de um programa da Comissão Europeia e propagou-se por mais de setenta países. O tema deste ano é “Conectando Gerações: Descobrindo o Mundo Digital Juntos... Com Segurança” e busca fomentar a interação e troca de experiências entre as diversas gerações.

Como parte das celebrações, o CGI.br e o NIC.br, com o apoio da Campus Party Brasil 2012, dedicaram a grade do dia 7 de fevereiro da trilha de Segurança e Redes à iniciativa. O dia trará uma programação especial que incluirá palestras e painéis de discussão abordando diversos tópicos relacionados ao tema, desde a formação e o papel de educadores, até questões relacionadas à cidadania, compras e transações seguras na internet, privacidade, legislação e comportamento humano no que tange à segurança em redes sociais.

A FDE é uma das convidadas e participará com uma palestra especial na sessão de abertura, falando do papel do educador e da iniciativa “Internet Segura. Bom para você!”. A Rede do Saber transmitirá o debate pelo site. Acompanhe!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

SP Rede do Saber - Videoconferência "Internet Segura - Bom para Você"

ASSISTA A GRAVAÇÃO
Assunto Internet Segura - Bom para Você

Sinopse
O debate apresenta a importância de saber transitar no ambiente de internet com segurança. O objetivo é multiplicar o conhecimento para toda a rede estadual de ensino. 
Os debatedores: Coriolano Almeida Camargo, presidente da Comissão dos Crimes de Alta Tecnologia da OAB/SP; Juliana Abrusio, advogada, docente da Universidade Mackenzie e mestre pela Universidade de Roma; e Ricardo Kobashi, mediador.

Público-alvo Dirigentes de ensino, PCOP's Professores, Supervisores de Ensino

Data do vídeo 02/09/2011

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Aprenda a conhecer e se defender dos perigos da Internet

Está disponível na web a “Cartilha de Segurança para Internet” onde podemos encontrar uma série de recomendações e dicas sobre como o usuário pode aumentar a sua segurança ao navegar na rede.

Logo na primeira tela temos um sumário contendo os tópicos que serão abordados pelo documento. Neles encontraremos o significado de diversos termos e conceitos utilizados na Internet, bem como uma série de procedimentos que visam melhorar a segurança de um computador.


O passo inicial é a discussão do conceito de segurança de computadores. Senhas, cookies, vulnerabilidade de computadores, malwares, criptografia são detalhados e destrinchados pelos autores.


A seguir, os diversos tópicos do texto abordarão temas como:


- Os riscos que corremos ao utilizarmos a Internet e os meios de minimizá-los;

- Os problemas representados pelo spam para os provedores de acesso, para as empresas e para os usuários em geral;


- As diversas fraudes na Internet. Nesse tópico são apresentadas algumas maneiras de prevenção contra fraudes comerciais e bancárias, bem como medidas preventivas que um usuário deve adotar ao acessar sites de comércio eletrônico ou Internet Banking.


- Os perigos específicos dos serviços de banda larga e de redes sem fio (wireless).


Na primeira página, o site da Cartilha traz a “Dica do Dia”, que recomenda procedimentos importantes para a segurança dos computadores, como por exemplo: “Utilize senhas diferentes para cada serviço e altere-as com freqüência.”


Finalizando, a Cartilha de Segurança da para Internet apresenta um checklist que resume as principais recomendações contidas no texto, e traz ainda um glossário de termos técnicos.


A Cartilha de Segurança para Internet foi produzida pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil -- CERT.br, com o apoio do Comitê Gestor da Internet no Brasil -- CGI.br.


Para acessar,
clique.

NOTÍCIAS ACESSA ESCOLA

sábado, 26 de junho de 2010

Manual ensina criança a comprar na internet

Lais Cattassini, Luiz Guilherme Gerbelli - O Estado de S.Paulo


Entre as cores e os personagens de desenhos animados dos sites destinados ao público infantil esconde-se um anúncio publicitário. Com o mouse em mãos e o conhecimento sobre o funcionamento da rede, crianças e adolescentes sem orientação dos pais realizam compras virtuais e podem ser vítimas de golpes.


Pensando nisso, o Movimento Criança Mais Segura na Internet desenvolveu uma cartilha com o passo a passo para compras no mundo virtual. O objetivo é ensinar aos jovens como identificar lojas seguras, pesquisar preços e exigir direitos, ensinamentos que depois serão repassados aos pais. A campanha inclui vídeos que serão exibidos na rede Cinemark até o fim do ano.

"A cartilha atinge crianças, adolescentes e adultos. Todo mundo pode ser vítima de golpes na internet", diz a coordenadora do Movimento, Marcela Macedo. Os pais também precisam conhecer os procedimentos de uma compra segura. "Hoje ainda é difícil para os pais sentarem com os filhos para tratar desse assunto."

Consumo. A exposição aos comerciais e às marcas aumenta o interesse pelo consumo, afirma a psicóloga e publicitária Maria Helena Mascheti, do Instituto Alana, voltado para o desenvolvimento da cidadania. "A internet é como um catálogo de produtos. A criança é exposta e não tem consciência ou juízo para decidir o que é certo ou errado." Segundo ela, os filhos têm afinidade com as telas - computadores, televisores e celulares.

A professora Vilma Maria José da Silva, de 49 anos, ensinou ao filho Vitor, de 10 anos, a fazer compras pela internet, mas só com autorização. "Quando ele descobriu, achava que podia fazer isso por qualquer site. Eu mostrei para ele que era importante pesquisar antes."

"Minha mãe só me deixou fazer o Facebook há um mês. Se tenho de comprar, peço e depois ela decide se compra", diz Felipe Braga Kienast, de 10 anos.

Autorização. Todas as compras devem ser autorizadas pelos pais, que também precisam monitorar o conteúdo acessado. "Os adultos estão acostumados a orientar de outra forma. Sabem aconselhar a não falar com estranhos, mas não dizem para não dar Control C, Control V no conteúdo alheio", brinca Marcela Macedo.

Cartilhas como a desenvolvida pelo Movimento Criança Mais Segura ajudam a preencher a lacuna muitas vezes deixada por pais e educadores. A ONG SaferNet, que também lida com questões de segurança na internet, já publicou textos de orientação sobre ética, pedofilia e cyberbullying. "Nem todos os pais têm conhecimento sobre isso", afirma Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da entidade.



quarta-feira, 17 de março de 2010

Aprenda a se livrar de algumas das armadilhas da Internet




A Internet tem se mostrado como uma das mais importantes ferramentas de comunicação criadas pelo homem ao longo da História. Graças a ela, a troca de informações e a pesquisa estão ao alcance de uns poucos cliques do mouse, e qualquer um de nós pode acompanhar quase instantaneamente os acontecimentos ocorridos nos mais longínquos rincões do Planeta.

Além disso, as redes sociais como o Orkut, o Facebook e o Twitter possibilitam a uma infinidade de pessoas uma intensa e permanente troca de informações pessoais, afetivas e profissionais até então desconhecida.

Mas nem tudo são flores na rede internacional de computadores. Muitas são as armadilhas colocadas no caminho de quem pretende usufruir dos serviços e recursos oferecidos na Internet.

Comecemos pelo e-mail phishing que nada mais é do que um meio para o roubo de identidade online. São em geral mensagens que solicitam que você clique em um link colocado ao final do texto. Se o fizer, muito provavelmente, terá seus dados pessoais e financeiros roubados.

Além do mais, os phishers podem infectar computadores com vírus e detonar o disco rígido do seu micro e causar prejuízos incalculáveis. Para evitar dissabores nunca clique sobre um link se não tiver certeza do que está fazendo. Em caso de dúvida, delete pura e simplesmente o e-mail. Se conhecer o remetente, tente contatá-lo para confirmar a procedência do endereço linkado no e-mail.

Mais um exemplo. Quantas vezes na vida você foi além da segunda ou terceira página nos resultados de pesquisa que seu navegador trouxe? Na maior parte das vezes, o que está lá é apenas lixo ou informação ruim. Se o Google, Bing e Yahoo, em vez disso, exibissem uma mensagem do tipo “Desculpe, mas não existe o conteúdo solicitado. Tente outra vez”, achamos que seria mais justo com os usuários desses serviços. O problema é que as empresas que oferecem os resultados das buscas também têm um grande interesse em anúncios e patrocínios que aparecem nas páginas desses resultados e procuram levá-lo a acessar o maior número de páginas possível.

A saída aqui é procurar estreitar o universo do que se procura. Os usuários do Google, por exemplo, podem usar filtros oferecidos pelo buscador, como buscas específicas por imagens, notícias e compras.

Conheça e saiba como evitar mais de uma dezena de armadilhas como essas acessando:
Dicas

ACESSA ESCOLA

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Campanha pela internet segura: Pense bem antes de postar

SafernetBrasil

Desde 2003, o “Dia da Internet Segura” é realizado em 9 de fevereiro, com o objetivo de promover o uso ético da Internet e outras tecnologias, por meio da difusão de informações e boas práticas. Em 2010, 55 países participam da campanha, cujo tema principal é “Pense bem antes de postar”.

No Brasil, a mobilização está sob a responsabilidade da SafernetBrasil, do Ministério Público Federal e do Comitê Gestor da Internet. O dia 09 de fevereiro concentrará o maior número de atividades, distribuídas na internet, TV e outros meios de comunicação, mas durante toda a semana o tema será notícia no Brasil e no mundo.

Além de campanha de conscientização na mídia, o “Dia da Internet Segura” promove concursos e games envolvendo crianças, gincanas em escolas e seminários com pesquisadores, provedores, pais e jovens.

São divulgadas e debatidas práticas para inibir e combater abusos e perigos na internet, como pornografia infantil, intolerância religiosa, maus tratos contra animais, neonazismo, homofobia e crimes.

Participe e conheça maneiras de navegar com segurança: “Dia da Internet Segura”

acessa escola

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Aprenda a conhecer e se defender dos perigos da Internet




Está disponível na web a “Cartilha de Segurança para Internet” onde podemos encontrar uma série de recomendações e dicas sobre como o usuário pode aumentar a sua segurança ao navegar na rede.

Logo na primeira tela temos um sumário contendo os tópicos que serão abordados pelo documento. Neles encontraremos o significado de diversos termos e conceitos utilizados na Internet, bem como uma série de procedimentos que visam melhorar a segurança de um computador.

O passo inicial é a discussão do conceito de segurança de computadores. Senhas, cookies, vulnerabilidade de computadores, malwares, criptografia são detalhados e destrinchados pelos autores.

A seguir, os diversos tópicos do texto abordarão temas como:
- Os riscos que corremos ao utilizarmos a Internet e os meios de minimizá-los;

- Os problemas representados pelo spam para os provedores de acesso, para as empresas e para os usuários em geral;

- As diversas fraudes na Internet. Nesse tópico são apresentadas algumas maneiras de prevenção contra fraudes comerciais e bancárias, bem como medidas preventivas que um usuário deve adotar ao acessar sites de comércio eletrônico ou Internet Banking.

- Os perigos específicos dos serviços de banda larga e de redes sem fio (wireless).

Na primeira página, o site da Cartilha traz a “Dica do Dia”, que recomenda procedimentos importantes para a segurança dos computadores, como por exemplo: “Utilize senhas diferentes para cada serviço e altere-as com freqüência.”

Finalizando, a Cartilha de Segurança da para Internet apresenta um checklist que resume as principais recomendações contidas no texto, e traz ainda um glossário de termos técnicos.

A Cartilha de Segurança para Internet foi produzida pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil -- CERT.br, com o apoio do Comitê Gestor da Internet no Brasil -- CGI.br.

Para acessar, clique:
Cartilha de Segurança para Internet

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