Conteúdos, ferramentas e plataformas de apoio pedagógico e administrativo vão compor o Guia de Recursos Educacionais Digitais do Estado de São Paulo.
A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) abre hoje (26) inscrições para empresas de tecnologia digital interessadas em apresentar conteúdos, ferramentas e plataformas, em formato digital, que facilitam, potencializam e apoiam as atividades de docentes, estudantes e gestores, para fins pedagógicos e/ou administrativos. Os recursos educacionais digitais selecionados e avaliados pela Seduc-SP vão compor o Guia de Recursos Educacionais Digitais do Estado, um catálogo digital que será disponibilizado para todas as escolas da rede pública estadual.
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segunda-feira, 26 de julho de 2021
sexta-feira, 23 de julho de 2021
SP - Resolução SEDUC 63 - Institui as Políticas de Recursos Educacionais Abertos
Diário Oficial do Estado de 23 de julho de 2021, Poder Executivo - Seção I , página 32:
Resolução SEDUC 63, de 22-7-2021
Institui a Política de Recursos Educacionais Abertos (REA), que dispõe sobre o licenciamento dos recursos educacionais produzidos pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (SEDUC-SP) com objetivos educacionais, e dá providências correlatas.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
LOA Laboratório de Objetos de Aprendizagem
O Laboratório de Objetos de Aprendizagem (LOA) da UFSCar é um espaço interdisciplinar de estudos e pesquisas de novas tecnologias e métodos para o desenvolvimento de Recursos Educacionais Abertos Interativos. O LOA tem recebido estudantes dos cursos Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Música, Imagem e Som, Licenciaturas.
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Jogos,
Jogos Educativos,
Matemática,
Objeto Educacional,
Português,
Química,
Recurso Educacional Digital
sexta-feira, 26 de julho de 2019
Educação Conectada - Programa vai levar internet a 6,5 mil escolas rurais até o fim do ano
O programa Educação Conectada, do Ministério da Educação (MEC), vai possibilitar que 6,5 mil escolas rurais passem a utilizar internet banda larga até o fim deste ano. A ideia é que professores apliquem os conteúdos pedagógicos por meio virtual, além dos livros didáticos.
Até o momento, já foram conectadas 4,6 mil instituições de ensino. Cerca de 1,7 milhão de alunos serão beneficiados na área rural. O investimento no ano será de R$ 120 milhões.
Até o momento, já foram conectadas 4,6 mil instituições de ensino. Cerca de 1,7 milhão de alunos serão beneficiados na área rural. O investimento no ano será de R$ 120 milhões.
sábado, 29 de dezembro de 2018
Centro de Mídias - Aulas com nova tecnologia podem ser assistidas pelos interessados
As aulas do Centro Nacional de Mídias da Educação podem ser acompanhadas por todas as pessoas interessadas por meio do aplicativo CNME, disponível no Google Play e na App Store, para sistemas Android e IOS, sem consumo do pacote de dados da internet.
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Centro Nacional de Mídias da Educação,
CNME,
Recurso Educacional Digital,
rede social
terça-feira, 11 de dezembro de 2018
SÃO PAULO Rede do Saber Videoconferência "Centro Nacional de Mídias da Educação - São Paulo - Conexão de conhecimento"
| Conexão de conhecimento | |||
Título da Trasmissão: Centro Nacional de Mídias da Educação - São Paulo
Data: 11/12/2018 Horário: das 14h30 às 15h30 Conectar educadores e alunos de todos os estados para o compartilhamento de conhecimento, pensando na educação como uma construção coletiva e democrática. Essa é a proposta do Centro Nacional de Mídias da Educação – CNME, que permite formação presencial mediada por tecnologia. Estudantes e professores que estão em sala de aula, em escolas públicas de qualquer estado brasileiro, podem interagir com o professor do CNME e outras pessoas de outras escolas, que também estejam conectadas à plataforma. Durante a videoconferência, Liliane Costa, diretora do CETEC; Camila Lopes, técnica do CETEC; e Helena Achilles, do DEGEB, estarão presentes para explicar as características do projeto e as perspectivas para adesão no ano que vem. A iniciativa é do MEC e Consed, e conta com diversos parceiros para a implementação. A transmissão ao vivo será realizada pela Rede do Saber/EFAP, e você poderá participar enviando dúvidas e sugestões para o e-mail: faleconosco@rededosaber.sp.gov.br. | |||
sexta-feira, 16 de novembro de 2018
CNME - Centro Nacional de Mídias da Educação
O Centro Nacional de Mídias da Educação (CNME) é uma proposta de ensino presencial mediado por tecnologia, cujo objetivo principal é a construção coletiva e democrática do conhecimento. O CNME constitui-se em uma ferramenta importante de apoio à implementação do Novo Ensino Médio, com impacto, também, no desenvolvimento do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), no Programa Educação Conectada, e no Programa de Formação Continuada de Professores.
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
Plataforma Integrada de Recursos Educacionais Digitais
A Plataforma Integrada de Recursos Educacionais Digitais consiste em um espaço dinâmico, com ferramentas de busca eficientes e de fácil manipulação para os profissionais da educação. Ela combina um modelo de ambiente de conteúdos digitais com um modelo de rede social. Isso torna a navegação intuitiva e, consequentemente, rápida.
De maneira geral, a Plataforma auxilia o seu público a encontrar recursos digitais nos principais portais do MEC, e de vários outros parceiros. Em síntese, na Plataforma, os usuários podem buscar, baixar e/ou navegar por mais de 20 mil recursos educacionais digitais que se encontram ali, à sua disposição. Além disso, ainda é possível guardar recursos interessantes em coleções pessoais e/ou públicas, a fim de auxiliar professores na organização e elaboração de suas aulas. Também é possível indicar recursos aos colegas pelas redes sociais, por e-mail e também por meio dos perfis na Plataforma.
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Conteúdo digital,
Ferramenta Pedagógica,
Recurso Educacional Digital
Política Nacional de Inovação Educação Conectada
A Educação Conectada é o nome do Programa de Inovação proposta pelo Ministério da Educação para acelerar a incorporação de tecnologia e inovação nas escolas públicas brasileiras por meio de uma oferta balanceada de conexão à internet, conteúdos educacionais digitais e formação de professores.
O objetivo do Programa é apoiar a universalização do acesso à internet em alta velocidade e fomentar o uso pedagógico de tecnologias digitais na educação básica, em consonância com a estratégia 7.15 do Plano Nacional de Educação, aprovado pela Lei no 13.005, de 25 de junho de 2014.
Decreto nº 9.2014, de 23/11/2017 - Institui o Programa de Inovação Educação Conectada
DECRETO Nº 9.204, DE 23 DE NOVEMBRO DE 2017
Institui o Programa de Inovação Educação Conectada e dá outras providências.
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
Política de Educação Conectada registra mais de 50% de adesão
Menos de 15 dias após o lançamento da Política de Inovação Educação Conectada, programa do Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) que busca universalizar o acesso à internet de alta velocidade nas escolas, a formação de professores para práticas pedagógicas mediadas pelas novas tecnologias e o uso de conteúdos educacionais digitais em sala de aula, mais de 50% dos municípios brasileiros já aderiram à política.
sábado, 25 de novembro de 2017
Política de Educação Conectada levará internet de alta velocidade a escolas públicas até 2024
O presidente da República, Michel Temer, e o ministro da Educação, Mendonça Filho, lançaram nesta quinta-feira, 23, em cerimônia no Palácio do Planalto, a Política de Inovação Educação Conectada, programa que prevê a maior ação de conectividade na rede de ensino brasileira das últimas duas décadas. A nova política, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), tem o objetivo de universalizar o acesso à internet de alta velocidade nas escolas, a formação de professores para práticas pedagógicas mediadas pelas novas tecnologias e o uso de conteúdos educacionais digitais em sala.
segunda-feira, 5 de maio de 2014
SP Resolução SE nº 21/2014 - Programa Novas Tecnologias - Novas Possibilidades
Resolução SE Nº 21/2014
Institui o Programa Novas Tecnologias - Novas Possibilidades
A Secretária Adjunta, Respondendo pelo Expediente da Secretaria da Educação, tendo em vista o disposto no inciso IV, do artigo 2º, do Decreto Nº 57.571/2011, que institui o Programa Educação – Compromisso de São Paulo, e considerando:
– a necessidade de investimentos em tecnologias educacionais que auxiliem o aluno no seu processo de aprendizagem, de forma a propiciar-lhe melhor desempenho a curto e médio prazo;
– a implementação de políticas públicas educacionais voltadas à utilização sistemática de novas tecnologias em sala de aula;
– os resultados significativos apontados por pesquisas que comprovam o alto potencial das novas tecnologias, empregadas para motivar a aprendizagem e conferir mais eficiência às gestões administrativas e pedagógicas nas escolas;
- o compromisso das autoridades educacionais de desenvolver educação básica de qualidade,
Resolve:
Artigo 1º – Fica instituído, no âmbito da Secretaria da Educação, o Programa Novas Tecnologias - Novas Possibilidades, cujas ações, alinhadas às do Programa Educação – Compromisso de São Paulo, visam ao emprego sistemático, em salas de aula, das escolas da rede estadual de ensino, de novas tecnologias de informação e comunicação, a serviço do processo de ensino e aprendizagem, com a finalidade de melhorar o desempenho dos alunos e elevar-lhes o índice de desenvolvimento educacional.
Parágrafo único – O programa de que trata o caput deste artigo visa a consolidar-se como referência nacional na promoção de soluções, mediante o emprego de novas tecnologias a serviço da aprendizagem, a partir do envolvimento e da liderança dos profissionais da rede estadual de ensino.
Artigo 2º – Inspirado nos princípios da abrangência, integração, atualidade e participação, o Programa Novas Tecnologias - Novas Possibilidades, a ser implementado nas escolas da rede pública estadual de ensino, apresenta, basicamente, três aspectos:
I - “Foco no Currículo” - refere-se ao cerne da proposta pedagógica do programa, que norteará as demais ações, inclusive de infraestrutura de tecnologia da informação e comunicação e formação continuada de professores;
II - “Construção Conjunta com a Rede Escolar” – busca o envolvimento e a participação direta e efetiva de toda a equipe escolar, nas fases iniciais de implementação das ações pedagógicas programadas;
III - “Visão Integrada e Sistêmica” - refere-se à postura holística frente aos objetivos estabelecidos, considerando-se os seguintes eixos:
a) Conteúdo Digital;
b) Infraestrutura de Tecnologia da Informação;
c) Apoio e Formação aos Professores;
d) Mobilização da Rede Escolar;
e) Aprendizado em Rede.
Artigo 3º – O Programa Novas Tecnologias - Novas Possibilidades tem por objetivo aprimorar o processo de ensino e de aprendizagem mediante o emprego de ferramentas e recursos pedagógicos de tecnologia de informação e comunicação, disponibilizados a professores e alunos de todos os anos do ensino fundamental e de todas as séries do ensino médio.
Artigo 4º – O Programa Novas Tecnologias - Novas Possibilidades, observado o disposto nesta resolução, contemplará, na sua fase inicial de implementação, os seguintes projetos educacionais:
I – “Currículo+”, cujos objetivos são:
a) oferecer ao professor recursos pedagógicos digitais e orientação para sua utilização;
b) tornar o processo de ensino e aprendizagem, em sala de aula, mais diversificado, dinâmico e personalizado;
c) disponibilizar ao aluno conteúdo digital para reforçar, recuperar ou complementar seus estudos, por si só ou com auxílio do professor;
II - “Professor 2.0”, cujos objetivos são:
a) incentivar a troca de experiências entre professores da rede estadual de ensino;
b) estimular, apoiar e ampliar o uso das tecnologias integradas ao currículo nas unidades escolares;
c) incentivar a produção e o compartilhamento de atividades, em especial, que utilizem as Tecnologias da Informação e Comunicação - TIC como ferramenta, gerando um banco de práticas pedagógicas digitais;
d) potencializar o desenvolvimento e a aplicação de atividades baseadas no uso das Tecnologias da Informação e Comunicação – TIC;
e) disponibilizar ferramentas para integração das informações relacionadas às práticas pedagógicas da rede escolar.
§ 1º – O projeto “Currículo+”, de que trata o inciso I deste artigo, refere-se a ações que, por meio de uma plataforma online de sugestões de objetos digitais de aprendizagem, relacionadas ao Currículo do Estado de São Paulo, visam a promover o acesso a recursos pedagógicos complementares a professores e alunos;
§ 2º – O projeto “Currículo+” contará com estratégias e ações relacionadas às alíneas “a”, “b”, “c” e “d” do inciso III do artigo 2º desta resolução.
§ 3º – A estruturação e o desenvolvimento de ações de que trata a alínea “b” do inciso III do artigo 2º desta resolução, no âmbito do “Currículo+”, serão realizadas em articulação direta com a Coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação (CIMA) desta Pasta.
§ 4º - As questões relacionadas à infraestrutura de tecnologia da informação e comunicação serão de responsabilidade do Núcleo de Informações Educacionais e Tecnologia – NIT, que terá interlocução direta com o Departamento de Tecnologia de Sistema e Inclusão Digital – DETEC, da Coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional – CIMA
§ 5º – A estruturação e o desenvolvimento de ações de que trata a alínea “c” do inciso II do artigo 2º desta resolução, no âmbito do “Currículo+”, serão realizadas em articulação direta com a Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores do Estado de São Paulo, Paulo Renato Costa Souza - EFAP desta Pasta;
§ 6º – O projeto “Professor 2.0”, de que trata o inciso II deste artigo, refere-se à iniciativa que, por meio de uma plataforma online colaborativa, visa a estimular a troca de práticas pedagógicas entre os educadores da rede estadual de ensino, incentivando, prioritariamente, a mobilização e o aprendizado em rede.
Artigo 5º - Para implementação do Programa Novas Tecnologias - Novas Possibilidades, poderão ser contemplados e desenvolvidos outros projetos, desde que em consonância com as propostas desse programa.
Institui o Programa Novas Tecnologias - Novas Possibilidades
A Secretária Adjunta, Respondendo pelo Expediente da Secretaria da Educação, tendo em vista o disposto no inciso IV, do artigo 2º, do Decreto Nº 57.571/2011, que institui o Programa Educação – Compromisso de São Paulo, e considerando:
– a necessidade de investimentos em tecnologias educacionais que auxiliem o aluno no seu processo de aprendizagem, de forma a propiciar-lhe melhor desempenho a curto e médio prazo;
– a implementação de políticas públicas educacionais voltadas à utilização sistemática de novas tecnologias em sala de aula;
– os resultados significativos apontados por pesquisas que comprovam o alto potencial das novas tecnologias, empregadas para motivar a aprendizagem e conferir mais eficiência às gestões administrativas e pedagógicas nas escolas;
- o compromisso das autoridades educacionais de desenvolver educação básica de qualidade,
Resolve:
Artigo 1º – Fica instituído, no âmbito da Secretaria da Educação, o Programa Novas Tecnologias - Novas Possibilidades, cujas ações, alinhadas às do Programa Educação – Compromisso de São Paulo, visam ao emprego sistemático, em salas de aula, das escolas da rede estadual de ensino, de novas tecnologias de informação e comunicação, a serviço do processo de ensino e aprendizagem, com a finalidade de melhorar o desempenho dos alunos e elevar-lhes o índice de desenvolvimento educacional.
Parágrafo único – O programa de que trata o caput deste artigo visa a consolidar-se como referência nacional na promoção de soluções, mediante o emprego de novas tecnologias a serviço da aprendizagem, a partir do envolvimento e da liderança dos profissionais da rede estadual de ensino.
Artigo 2º – Inspirado nos princípios da abrangência, integração, atualidade e participação, o Programa Novas Tecnologias - Novas Possibilidades, a ser implementado nas escolas da rede pública estadual de ensino, apresenta, basicamente, três aspectos:
I - “Foco no Currículo” - refere-se ao cerne da proposta pedagógica do programa, que norteará as demais ações, inclusive de infraestrutura de tecnologia da informação e comunicação e formação continuada de professores;
II - “Construção Conjunta com a Rede Escolar” – busca o envolvimento e a participação direta e efetiva de toda a equipe escolar, nas fases iniciais de implementação das ações pedagógicas programadas;
III - “Visão Integrada e Sistêmica” - refere-se à postura holística frente aos objetivos estabelecidos, considerando-se os seguintes eixos:
a) Conteúdo Digital;
b) Infraestrutura de Tecnologia da Informação;
c) Apoio e Formação aos Professores;
d) Mobilização da Rede Escolar;
e) Aprendizado em Rede.
Artigo 3º – O Programa Novas Tecnologias - Novas Possibilidades tem por objetivo aprimorar o processo de ensino e de aprendizagem mediante o emprego de ferramentas e recursos pedagógicos de tecnologia de informação e comunicação, disponibilizados a professores e alunos de todos os anos do ensino fundamental e de todas as séries do ensino médio.
Artigo 4º – O Programa Novas Tecnologias - Novas Possibilidades, observado o disposto nesta resolução, contemplará, na sua fase inicial de implementação, os seguintes projetos educacionais:
I – “Currículo+”, cujos objetivos são:
a) oferecer ao professor recursos pedagógicos digitais e orientação para sua utilização;
b) tornar o processo de ensino e aprendizagem, em sala de aula, mais diversificado, dinâmico e personalizado;
c) disponibilizar ao aluno conteúdo digital para reforçar, recuperar ou complementar seus estudos, por si só ou com auxílio do professor;
II - “Professor 2.0”, cujos objetivos são:
a) incentivar a troca de experiências entre professores da rede estadual de ensino;
b) estimular, apoiar e ampliar o uso das tecnologias integradas ao currículo nas unidades escolares;
c) incentivar a produção e o compartilhamento de atividades, em especial, que utilizem as Tecnologias da Informação e Comunicação - TIC como ferramenta, gerando um banco de práticas pedagógicas digitais;
d) potencializar o desenvolvimento e a aplicação de atividades baseadas no uso das Tecnologias da Informação e Comunicação – TIC;
e) disponibilizar ferramentas para integração das informações relacionadas às práticas pedagógicas da rede escolar.
§ 1º – O projeto “Currículo+”, de que trata o inciso I deste artigo, refere-se a ações que, por meio de uma plataforma online de sugestões de objetos digitais de aprendizagem, relacionadas ao Currículo do Estado de São Paulo, visam a promover o acesso a recursos pedagógicos complementares a professores e alunos;
§ 2º – O projeto “Currículo+” contará com estratégias e ações relacionadas às alíneas “a”, “b”, “c” e “d” do inciso III do artigo 2º desta resolução.
§ 3º – A estruturação e o desenvolvimento de ações de que trata a alínea “b” do inciso III do artigo 2º desta resolução, no âmbito do “Currículo+”, serão realizadas em articulação direta com a Coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação (CIMA) desta Pasta.
§ 4º - As questões relacionadas à infraestrutura de tecnologia da informação e comunicação serão de responsabilidade do Núcleo de Informações Educacionais e Tecnologia – NIT, que terá interlocução direta com o Departamento de Tecnologia de Sistema e Inclusão Digital – DETEC, da Coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional – CIMA
§ 5º – A estruturação e o desenvolvimento de ações de que trata a alínea “c” do inciso II do artigo 2º desta resolução, no âmbito do “Currículo+”, serão realizadas em articulação direta com a Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores do Estado de São Paulo, Paulo Renato Costa Souza - EFAP desta Pasta;
§ 6º – O projeto “Professor 2.0”, de que trata o inciso II deste artigo, refere-se à iniciativa que, por meio de uma plataforma online colaborativa, visa a estimular a troca de práticas pedagógicas entre os educadores da rede estadual de ensino, incentivando, prioritariamente, a mobilização e o aprendizado em rede.
Artigo 5º - Para implementação do Programa Novas Tecnologias - Novas Possibilidades, poderão ser contemplados e desenvolvidos outros projetos, desde que em consonância com as propostas desse programa.
Parágrafo único - A inclusão de novos projetos, a que alude o caput deste artigo, será precedida de análise e relatório circunstanciado sobre sua viabilidade e alinhamento às ações programadas, por Grupo Técnico, especialmente criado no Gabinete do Secretário, para gerir esse programa.
Artigo 6º – A gestão do Programa Novas Tecnologias - Novas Possibilidades a ser exercida pelo Grupo Técnico, referido no artigo anterior, será composto por profissionais de educação pertencentes ao Centro de Estudos e Tecnologias Educacionais – CETEC, do Departamento de Desenvolvimento Curricular e de Gestão da Educação Básica – DEGEB, integrante da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB, bem como por profissionais dos demais órgãos centrais da Pasta.
§ 1º – São atribuições do Grupo Técnico:
1 – coordenar a implementação de ações e projetos integrantes do programa;
2 – desenvolver e implementar, em conjunto com a área técnica da Pasta, instrumentos de monitoramento e avaliação das ações do programa;
3 – articular com as unidades integrantes da estrutura da Pasta a execução dos projetos e ações específicas, em especial, dos que não estão sob sua responsabilidade direta;
4 – produzir relatórios e pareceres conclusivos e circunstanciados em sua área de atuação;
5 – verificar a pertinência de novos projetos à finalidade, aos princípios e aos objetivos do programa;
6 – realizar a seleção de profissionais para compor a equipe de assistentes de seleção de conteúdo digital, de que trata o § 2º do artigo 7º;
7 – capacitar e acompanhar a equipe dos assistentes de seleção de conteúdo digital;
8 – expedir instruções e orientações, para efeito do disposto nas alíneas “a” e “b” do item 1 do § 6º do artigo 7º;
9 – prestar contas ao Comitê de Políticas Educacionais - CPE, bimestralmente e, sempre que necessário, ao Conselho Consultivo do Programa Educação – Compromisso de São Paulo e ao Grupo Setorial de Tecnologia da Informação e Comunicação - GSTIC.
§ 2º – A coordenação do programa responsabilizar-se-á por:
1 – liderar a execução das atividades do grupo técnico;
2 – zelar pela articulação entre os projetos e ações integrantes do programa.
§ 3º – Sugestões e/ou encaminhamentos que alterem significativamente o Programa dependerão de deliberação conjunta do CPE e GSTIC.
Artigo 7º – No âmbito do projeto “Currículo+”, de que trata o inciso I do artigo 4º, em consonância com “Construção Conjunta com a Rede”, referida no inciso II do artigo 2º, e no âmbito do eixo “Conteúdo Digital”, de que trata a alínea “a” do inciso III do artigo 2º, organizar-se-á uma equipe de assistentes responsáveis pela seleção de conteúdo digital integrada por Professores Coordenadores do Núcleo Pedagógico – PCNP, das Diretorias de Ensino.
§ 1º – A seleção de conteúdo digital tem por objetivo disponibilizar sugestões de recursos pedagógicos complementares (em formato digital) para professores e alunos da rede estadual de ensino de todos os anos/séries do ensino fundamental e médio;
§ 2º – O processo de seleção dos assistentes responsáveis pelo conteúdo digital será realizado pelo Grupo Técnico, com o apoio do Centro de Ensino Fundamental Anos Iniciais - CEFAI, do Centro de Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio - CEFAF e do Centro de Apoio Pedagógico Especializado - CAPE, todos pertencentes à Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB.
§ 3º – A coordenação da equipe de assistentes de seleção de conteúdo digital, que envolve a execução de ações de formação e acompanhamento, será realizada por profissionais do Grupo Técnico;
§ 4º – A participação dos Professores Coordenadores de Núcleo Pedagógico – PCNP, como assistentes de seleção de conteúdo digital, ocorrerá por adesão e só será concretizada com a aprovação do Dirigente Regional de Ensino;
§ 5º – O trabalho será desenvolvido pelo PCNP sem prejuízo das atribuições inerentes ao cargo ou função que ocupem.
§ 6º – O PCNP referido neste artigo responsabilizar-se-á por:
1 – seguir as instruções do Grupo Técnico relacionadas:
a) às diretrizes do programa;
b) ao processo de seleção de conteúdo digital, reconhecendo que o conteúdo sugerido deve estar de acordo com a legislação que rege o assunto.
§ 7º - Cada assistente de seleção de conteúdo digital, ao aderir ao programa, responderá por sua atuação, sendo responsabilizado por qualquer ação não condizente com os princípios do programa.
Artigo 8º – O Professor Coordenador da área de Tecnologia Educacional do Núcleo Pedagógico atuará no programa de acordo com suas atribuições, zelando pelo cumprimento das orientações e instruções do Grupo Técnico.
Artigo 9º - Poderão ser celebrados contratos, convênios, parcerias e cooperações técnicas, para implantação e implementação do Programa, nos termos da legislação pertinente.
Artigo 10 – A Secretaria da Educação poderá baixar normas complementares para cumprimento do disposto nesta resolução.
Artigo 11 – Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Publicado em 29 de abril de 2014
Extraídos de Em dia com a legislação Prof Domingos
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Sites com materiais para serem usados em aula
da NOVA ESCOLA
Conheça sites onde é possível fazer download gratuito de vários tipos de materiais. Não se esqueça de alertar a equipe sobre a importância de verificar as informações sobre direitos autorais e de manter um Antivírus atualizado no computador que será usado para baixar arquivos da internet.VEJA A MATÉRIA
Mônica Pina (novaescola@atleitor.com.br)
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Recurso Educacional Digital
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Educação digital forma jovens ambientalmente conscientes
Recursos digitais podem ser grandes aliados do aprendizado e contribuir para aumentar a comunicação entre estudantes e professores, independentemente do nível escolar da criança. Além disso, essas ferramentas são facilitadoras para aproximar os jovens em formação das questões que envolvem o meio ambiente, defende a professora Lina Maria Braga Mendes.
A partir da percepção de que a tecnologia é subutilizada na educação, ela iniciou, há três anos, a pesquisa "Experiências de fronteira: os meios digitais em sala de aula", tese de Mestrado na Universidade de São Paulo (USP).
"Comecei a pensar em como a tecnologia é mal utilizada na escola. Aprofundei-me e vi que a criança tem grande afinidade com esse meio, e que professores e adultos ficam para trás", descreve Lina. O estudo envolveu alunos do Ensino Fundamental da escola onde ela dá aulas, Colégio Itaca, no Butantã, São Paulo.
Blogs e aulas interativas foram algumas das ferramentas utilizadas por Lina para verificar o quanto tais recursos podem contribuir para o desenvolvimento estudantil, a aplicação das disciplinas e o trabalho dos professores.
"Apesar da afinidade com tecnologia, de estarem usando direto a internet, os jovens têm dificuldade de compreensão da linguagem. Fiz experiência com uma obra do Nelson Rodrigues adaptado para a internet, e eles se perderam. Não entenderam o jogo e os recursos. Falta muito ainda para que essa linguagem seja totalmente entendida pelas crianças, o que permitirá que elas façam leitura mais crítica do que há em oferta na rede", explica a docente.
Para Lina, os meios digitais são fundamentais para a educação ambiental, especialmente de crianças e jovens que vivem nos grandes centros urbanos, longe de florestas e dos recursos naturais. "É muito mais interessante hoje usar o Google Earth (ferramenta que mostra mapas e planos de todo o planeta), do que estender um mapa de papel na lousa da sala de aula. Ao navegar pela Internet, a criança pode ter uma noção muito mais próxima do que é uma área desmatada, por exemplo", destaca Lina. No plano de estudos para o terceiro bimestre deste ano, o foco do Colégio Itaca será a sustentabilidade. "Entre as atividades programadas, vamos levá-los a uma fábrica de sabão, para mostrar como o óleo de cozinha é reaproveitado. A ideia é inserir todo o conteúdo em meios digitais, como youtube e blogs", conta a professora
Terra
A partir da percepção de que a tecnologia é subutilizada na educação, ela iniciou, há três anos, a pesquisa "Experiências de fronteira: os meios digitais em sala de aula", tese de Mestrado na Universidade de São Paulo (USP).
"Comecei a pensar em como a tecnologia é mal utilizada na escola. Aprofundei-me e vi que a criança tem grande afinidade com esse meio, e que professores e adultos ficam para trás", descreve Lina. O estudo envolveu alunos do Ensino Fundamental da escola onde ela dá aulas, Colégio Itaca, no Butantã, São Paulo.
Blogs e aulas interativas foram algumas das ferramentas utilizadas por Lina para verificar o quanto tais recursos podem contribuir para o desenvolvimento estudantil, a aplicação das disciplinas e o trabalho dos professores.
"Apesar da afinidade com tecnologia, de estarem usando direto a internet, os jovens têm dificuldade de compreensão da linguagem. Fiz experiência com uma obra do Nelson Rodrigues adaptado para a internet, e eles se perderam. Não entenderam o jogo e os recursos. Falta muito ainda para que essa linguagem seja totalmente entendida pelas crianças, o que permitirá que elas façam leitura mais crítica do que há em oferta na rede", explica a docente.
Para Lina, os meios digitais são fundamentais para a educação ambiental, especialmente de crianças e jovens que vivem nos grandes centros urbanos, longe de florestas e dos recursos naturais. "É muito mais interessante hoje usar o Google Earth (ferramenta que mostra mapas e planos de todo o planeta), do que estender um mapa de papel na lousa da sala de aula. Ao navegar pela Internet, a criança pode ter uma noção muito mais próxima do que é uma área desmatada, por exemplo", destaca Lina. No plano de estudos para o terceiro bimestre deste ano, o foco do Colégio Itaca será a sustentabilidade. "Entre as atividades programadas, vamos levá-los a uma fábrica de sabão, para mostrar como o óleo de cozinha é reaproveitado. A ideia é inserir todo o conteúdo em meios digitais, como youtube e blogs", conta a professora
Terra
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Recurso Educacional Digital
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Uso de meios digitais na educação pode melhorar aprendizagem
A inclusão de recursos digitais em salas de aula ajuda a aumentar a comunicação entre estudantes e professores. Projetos desenvolvidos por meio de blogs e aulas interativas incentivam a maior participação dos alunos nas atividades escolares e proporcionam benefícios na aprendizagem
Ana Carolina Athanásio
A inclusão de recursos digitais em salas de aula ajuda a aumentar a comunicação entre estudantes e professores. Projetos desenvolvidos por meio de blogs e aulas interativas incentivam a maior participação dos alunos nas atividades escolares e proporcionam benefícios na aprendizagem. "Os alunos praticamente já nascem sabendo usar computadores e nada mais natural e importante do que os professores passarem a usar os recursos digitais para melhorar o aproveitamento da disciplina", afirma a professora Lina Maria Braga Mendes.
O pouco uso de meios digitais na educação foi um dos motivos que fizeram com que Lina iniciasse sua pesquisa de mestrado na Faculdade de Educação da USP (Universidade de São Paulo), "Experiências de fronteira: os meios digitais em sala de aula", sob orientação da professora Mary Julia Martins Dietzsch. "A utilização de mídias digitais poderia começar a partir do primeiro ano do ensino fundamental. Desde muito cedo as crianças têm contato com computadores em casa", ressalta a pesquisadora.
Suas experiências começaram por meio da implementação de blogs em projetos desenvolvidos com turmas de ensino fundamental de um colégio particular de São Paulo. "Há vários tipos de trabalho que o professor pode desenvolver com blogs. Podemos criar um blog de disciplina, em que o professor e alguns alunos teriam acesso à edição, há também o blog do professor, no qual só ele entra para publicar textos interessantes relacionados ao assunto da aula, além de manter contato com o aluno fora da sala, e ainda o blog de aluno, em que os estudantes publicam os trabalhos que realizam e o professor entra com comentários", explica Lina.
Entre os principais benefícios dos meios digitais nas escolas estão o aumento do diálogo entre professores e alunos e a ampliação do espaço da sala de aula, já que o contato passa a ser também fora do horário escolar. Além disso, os recursos disponíveis nos computadores e na internet fazem com que os estudantes tenham mais prazer em assistir às aulas e interajam de modo mais efetivo.
"Quando saímos da sala de aula, que muitas vezes conta apenas com o giz e a lousa, e vamos para o computador já temos inicialmente o recurso da imagem e do movimento. É possível usar vídeo, áudio, fotografia e outros recursos para mostrar mais detalhes e curiosidades sobre o assunto estudado. Isso faz com que os alunos prestem mais atenção nas aulas e saiam do espaço imaginário, intangível, representado por um mapa de um livro, e adentrem o espaço real, visível no Google Earth, por exemplo", explica a pesquisadora.
Barreira da linguagem
Apesar de os alunos terem crescido em frente aos computadores, Lina afirma que muitos têm dificuldades com a linguagem do mundo digital. "A experiência que tivemos com a leitura de adaptações literárias para a internet, por exemplo, foi um pouco complicada, pois os alunos - apesar de passarem horas a fio todos os dias na rede - não conhecem a linguagem do meio em que navegam e alguns acabaram não compreendendo sequer o enredo da obra", diz.
Um ponto positivo do uso de meios digitais nas salas de aulas é mostrar aos estudantes as diferenças existentes em cada uma das linguagens que utilizamos. Segundo a pesquisadora, "a linguagem de um livro impresso é diferente daquela usada em um vídeo, por exemplo. Do mesmo modo, não podemos confundir o que é feito para o meio digital com o que se destina à publicação em papel. Muitas pessoas afirmam categoricamente que a linguagem de internet, com suas abreviações e símbolos, atrapalha a escrita, mas é preciso perceber que ela é apenas uma outra linguagem, destinada, portanto, a outras situações de uso que não as que acontecem na sala de aula. O aluno deve entender isso e utilizá-la apenas naquele meio."
Dificuldades para professores
A iniciativa de usar blogs e outros recursos dos meios digitais na educação também tem seus entraves. Um deles é a dificuldade que o professor tem tanto em sua atualização quanto na disponibilidade de tempo. "Muitos professores ainda têm dificuldades em usar recursos básicos do computador, como Word e o Power Point. São recursos que poderiam ajudá-lo a criar uma aula diferente e a trazer novas informações", garante Lina.
Tendo como pressuposto que todo o professor tem acesso a um computador, a pesquisadora salienta que outro problema para a implementação de aulas que utilizam os recursos digitais é a falta de remuneração para desenvolver projetos como esses. "Por mais que o professor queira levar meios digitais para as salas de aula, ele esbarra no problema do tempo gasto fora do horário escolar. A manutenção de um blog, por exemplo, demanda tempo de pesquisa, produção e criação de atividades, e não há incentivo financeiro ou um horário remunerado para essa prática", explica.
Para a pesquisadora, mesmo sendo difícil a utilização dos meios digitais na educação é necessário que os professores fiquem atentos a esses novos recursos e aos benefícios que trazem ao aprendizado dos alunos. "O professor que dá aulas do mesmo jeito que teve aulas quando criança ou adolescente comete o erro grave de esquecer que é de outra geração", alerta.
Ana Carolina Athanásio
A inclusão de recursos digitais em salas de aula ajuda a aumentar a comunicação entre estudantes e professores. Projetos desenvolvidos por meio de blogs e aulas interativas incentivam a maior participação dos alunos nas atividades escolares e proporcionam benefícios na aprendizagem. "Os alunos praticamente já nascem sabendo usar computadores e nada mais natural e importante do que os professores passarem a usar os recursos digitais para melhorar o aproveitamento da disciplina", afirma a professora Lina Maria Braga Mendes.
O pouco uso de meios digitais na educação foi um dos motivos que fizeram com que Lina iniciasse sua pesquisa de mestrado na Faculdade de Educação da USP (Universidade de São Paulo), "Experiências de fronteira: os meios digitais em sala de aula", sob orientação da professora Mary Julia Martins Dietzsch. "A utilização de mídias digitais poderia começar a partir do primeiro ano do ensino fundamental. Desde muito cedo as crianças têm contato com computadores em casa", ressalta a pesquisadora.
Suas experiências começaram por meio da implementação de blogs em projetos desenvolvidos com turmas de ensino fundamental de um colégio particular de São Paulo. "Há vários tipos de trabalho que o professor pode desenvolver com blogs. Podemos criar um blog de disciplina, em que o professor e alguns alunos teriam acesso à edição, há também o blog do professor, no qual só ele entra para publicar textos interessantes relacionados ao assunto da aula, além de manter contato com o aluno fora da sala, e ainda o blog de aluno, em que os estudantes publicam os trabalhos que realizam e o professor entra com comentários", explica Lina.
Entre os principais benefícios dos meios digitais nas escolas estão o aumento do diálogo entre professores e alunos e a ampliação do espaço da sala de aula, já que o contato passa a ser também fora do horário escolar. Além disso, os recursos disponíveis nos computadores e na internet fazem com que os estudantes tenham mais prazer em assistir às aulas e interajam de modo mais efetivo.
"Quando saímos da sala de aula, que muitas vezes conta apenas com o giz e a lousa, e vamos para o computador já temos inicialmente o recurso da imagem e do movimento. É possível usar vídeo, áudio, fotografia e outros recursos para mostrar mais detalhes e curiosidades sobre o assunto estudado. Isso faz com que os alunos prestem mais atenção nas aulas e saiam do espaço imaginário, intangível, representado por um mapa de um livro, e adentrem o espaço real, visível no Google Earth, por exemplo", explica a pesquisadora.
Barreira da linguagem
Apesar de os alunos terem crescido em frente aos computadores, Lina afirma que muitos têm dificuldades com a linguagem do mundo digital. "A experiência que tivemos com a leitura de adaptações literárias para a internet, por exemplo, foi um pouco complicada, pois os alunos - apesar de passarem horas a fio todos os dias na rede - não conhecem a linguagem do meio em que navegam e alguns acabaram não compreendendo sequer o enredo da obra", diz.
Um ponto positivo do uso de meios digitais nas salas de aulas é mostrar aos estudantes as diferenças existentes em cada uma das linguagens que utilizamos. Segundo a pesquisadora, "a linguagem de um livro impresso é diferente daquela usada em um vídeo, por exemplo. Do mesmo modo, não podemos confundir o que é feito para o meio digital com o que se destina à publicação em papel. Muitas pessoas afirmam categoricamente que a linguagem de internet, com suas abreviações e símbolos, atrapalha a escrita, mas é preciso perceber que ela é apenas uma outra linguagem, destinada, portanto, a outras situações de uso que não as que acontecem na sala de aula. O aluno deve entender isso e utilizá-la apenas naquele meio."
Dificuldades para professores
A iniciativa de usar blogs e outros recursos dos meios digitais na educação também tem seus entraves. Um deles é a dificuldade que o professor tem tanto em sua atualização quanto na disponibilidade de tempo. "Muitos professores ainda têm dificuldades em usar recursos básicos do computador, como Word e o Power Point. São recursos que poderiam ajudá-lo a criar uma aula diferente e a trazer novas informações", garante Lina.
Tendo como pressuposto que todo o professor tem acesso a um computador, a pesquisadora salienta que outro problema para a implementação de aulas que utilizam os recursos digitais é a falta de remuneração para desenvolver projetos como esses. "Por mais que o professor queira levar meios digitais para as salas de aula, ele esbarra no problema do tempo gasto fora do horário escolar. A manutenção de um blog, por exemplo, demanda tempo de pesquisa, produção e criação de atividades, e não há incentivo financeiro ou um horário remunerado para essa prática", explica.
Para a pesquisadora, mesmo sendo difícil a utilização dos meios digitais na educação é necessário que os professores fiquem atentos a esses novos recursos e aos benefícios que trazem ao aprendizado dos alunos. "O professor que dá aulas do mesmo jeito que teve aulas quando criança ou adolescente comete o erro grave de esquecer que é de outra geração", alerta.
AGÊNCIA USP
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Recurso Educacional Digital
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
VISITE O BANCO INTERNACIONAL DE OBJETOS EDUCACIONAIS DO MEC
O Banco Internacional de Objetos Educacionais é um repositório criado em 2008 pelo Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia, Rede Latinoamericana de Portais Educacionais - RELPE, Organização dos Estados Ibero-americanos - OEI e outros. Esse Banco Internacional tem o propósito de manter e compartilhar recursos educacionais digitais de livre acesso, mais elaborados e em diferentes formatos - como áudio, vídeo, animação, simulação, software educacional - além de imagem, mapa, hipertexto considerados relevantes e adequados à realidade da comunidade educacional local, respeitando-se as diferenças de língua e culturas regionais. Este repositório está integrado ao Portal do Professor, também do Ministério da Educação.
Os materiais publicados neste espaço estão disponíveis para os gestores de políticas educacionais locais, gestores escolares, gestores de repositórios educacionais, bem como os professores da Educação Básica, Profissional e Superior, além dos produtores de recursos pedagógicos digitais, pesquisadores e da população em geral. O acervo disponível para consulta neste endereço eletrônico ( http://objetoseducacionais.mec.gov.br ) é composto de recursos que se encontram em domínio público ou que contam com a devida licença por parte dos titulares dos direitos autorais para visualização, cópia, distribuição ou tradução - para os que possuem as fontes disponíveis. Essa licença é em caráter parcial, gratuito e não exclusivo. Assim, o autor continuará a utilizar suas produções como desejar, podendo inclusive negociá-las comercialmente, uma vez que não é dado ao Ministério da Educação o direito exclusivo de utilizar e explorar as obras cedidas. É vedado ao usuário do Banco Internacional a utilização dos recursos digitais, encontrados nesse endereço, para fins lucrativos. Reiteramos a nossa política de uso estritamente educacional dos recursos cedidos.
O Banco Internacional de Objetos Educacionais tem envidado esforços para que nenhum direito autoral seja violado. Contudo, caso seja encontrado algum arquivo que, por qualquer motivo, esteja violando direitos autorais de versão, tradução, exibição ou quaisquer outros, clique aqui e informe a equipe do Repositório para que a situação seja imediatamente regularizada.
Ministério da Educação
Além dos recursos, também deverá ser enviado o termo de cessão assinado juntamente com a relação anexa dos títulos e formatos cedidos. Solicite o documento pelo e-mail do repositório.
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Espera-se ainda com este repositório estimular e apoiar experiências individuais dos diversos países, ao mesmo tempo que se promove um nivelamento de forma democrática e participativa. Assim, países que já avançaram significativamente no campo do uso das tecnologias na educação poderão ajudar outros a atingirem o seu nível.
Uma vez que este repositório conta com recursos de diferentes países e línguas, professores de qualquer parte do mundo poderão acessar os recursos em sua língua materna, traduzir os que estão em outra língua, assim como publicar as suas produções em um processo colaborativo.
Os materiais publicados neste espaço estão disponíveis para os gestores de políticas educacionais locais, gestores escolares, gestores de repositórios educacionais, bem como os professores da Educação Básica, Profissional e Superior, além dos produtores de recursos pedagógicos digitais, pesquisadores e da população em geral.
O Banco Internacional de Objetos Educacionais tem envidado esforços para que nenhum direito autoral seja violado. Contudo, caso seja encontrado algum arquivo que, por qualquer motivo, esteja violando direitos autorais de versão, tradução, exibição ou quaisquer outros, clique aqui e informe a equipe do Repositório para que a situação seja imediatamente regularizada.
Você pode colaborar com o Banco Internacional de Objetos Educacionais:
Enviando os recursos sobre os quais possua a titularidade dos direitos autorais: que podem ser enviados via CD-ROM, DVD, entre outros meios - pelo correio ou entregue pessoalmente no endereço:
Ministério da Educação
Secretaria de Educação a Distância
Departamento de Produção e Capacitação de Programas em EAD
Esplanada dos Ministérios - Bloco L - Edf° Sede - Sobreloja - Sala 103 - CEP: 70047-900 - Brasília - DF
Além dos recursos, também deverá ser enviado o termo de cessão assinado juntamente com a relação anexa dos títulos e formatos cedidos. Solicite o documento pelo e-mail do repositório.
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