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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Com um blog, o aprendizado pode se tornar muito mais dinâmico

Para ficar mais próximo dos alunos, professores podem migrar parte do conteúdo abordado em sala para a internet

Quando o assunto é aprendizado, é quase impossível ficar longe das tecnologias. Hoje em dia, uma infinidade de textos, vídeos, animações e gráficos estão disponíveis gratuitamente na internet. Mas além dos estudantes, muitos professores também podem aproveitar para migrar parte do conteúdo abordado em sala de aula para o universo digital.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

SP - Professores blogueiros já podem enviar suas páginas para o Portal da Educação

Serão selecionados blogs com conteúdo exclusivamente pedagógico, voltado para matriz curricular

Os educadores interessados em fazer parte da Rede de Professores Blogueiros já podem enviar suas páginas para o Portal da Educação. Os blogs serão analisados por uma comissão da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica (CGEB) e, caso atendam os requisitos pedagógicos, serão divulgados para toda a rede estadual de ensino.

- Faça aqui o seu cadastro

A iniciativa tem o objetivo de reunir páginas e trocar experiências positivas de educadores que utilizaram blogs para integrar tecnologia e sala de aula.

Serão selecionadas as páginas que tenham conteúdo exclusivamente pedagógico, voltado para as matrizes curriculares do Estado e que sirvam como uma ferramenta de aproximação entre professor e alunos. Além disso, a frequência de atualização da página também será levada em consideração.

Manual

Algumas dicas importantes podem ajudar os professores blogueiros e, até mesmo, encorajar aqueles que ainda pretendem criar suas páginas a colocar o plano em ação. Confira cinco sugestões para tornar o conteúdo publicado ainda mais interessante aos olhos dos estudantes.

1) Atualização

Não há nada mais desestimulante para o admirador de uma página do que encontrá-la sempre desatualizada. Com o tempo, os seguidores perdem o interesse e deixam de visitar o blog que não apresenta novidades. Para manter os alunos e outros leitores por perto, é recomendável atualizar a página, ao menos, duas vezes por semana.

2) Linguagem

No mundo virtual, a linguagem usada em sala de aula ganha nova roupagem. O vocabulário pode ser mais leve e, o mais importante, os longos textos de livros e apostilas devem ganhar versões mais enxutas. O ideal é publicar textos com parágrafos curtos, intercalados por espaços. A técnica evita que a página pareça “blocada” aos olhos de quem lê.

3) Formato

Na internet, imagens e vídeos tornam qualquer conteúdo mais atraente. Por isso, a dica é utilizar fotos para ilustrar os posts sempre que possível, assim como outros conteúdos como vídeos e podcasts.

4) Conteúdo

Para fazer parte da rede de Professores Blogueiros, é preciso utilizar o blog exclusivamente para divulgar conteúdo pedagógico. A página pode ser uma extensão da classe, mas não é necessário que todo o conteúdo seja reproduzido. O ideal é que a ferramenta seja uma forma de complementar o que é ensinado na escola, oferecendo, por exemplo, atividades extras ou indicações de sites relacionados à disciplina para a consulta dos alunos.

5) Ferramentas

Com as dicas em mãos, é hora de criar sua página. Existem ferramentas gratuitas e fáceis de usar para hospedar o seu blog. Entre as possibilidades estão as plataformas Wordpress e Blogger. Mãos à obra!
 
FONTE: SEESP

domingo, 22 de maio de 2011

Redes sociais e sites facilitam o aprendizado de idiomas

Quando o lápis vira mouse e o caderno, tela de computador, a interatividade e as possibilidades do meio online tornam o aprendizado de idiomas mais dinâmico. Com uma infinidade de ferramentas e um público que ultrapassa as fronteiras da sala de aula, muitos professores buscam dividir e compartilhar conteúdos linguísticos na web.
Junto a isso, cresce o número de redes sociais voltadas somente para a troca de informações entre pessoas de diferentes nacionalidades, em que o objetivo é ensinar sua língua nativa para interessados ou aprender inglês com um americano, por exemplo.
O site LiveMocha é um desses espaços. Ao criar um perfil com nome, idade e língua nativa, o interessado deve deixar claro que idioma deseja aprender e se está disposto a ensinar ou somente ser ensinado. A partir daí, a rede indica as melhores pessoas para ajudar e os perfis que precisam de auxílio. Criado em 2008, o site já tem 10 milhões de inscritos e mais de 30 possibilidades de idioma. Os sites Italki e Lang-8 seguem a mesma linha.
Mas será que é possível aprender sem o auxílio de professores formados e somente com trocas de experiência e conversação? Para Cíntia Borher, pedagoga especialista em educação a distância da organização Projetos Pedagógicos Dinâmicos, esse tipo de aprendizado não apenas é eficaz, como também é a melhor forma de conhecer outra língua na internet. "Na minha opinião essa forma é a que mais funciona, pois é viva e dinâmica. Além disso, cria vínculos afetivos, atiça a curiosidade e motiva o aluno constantemente", diz.
Cíntia acredita na possibilidade de dominar outro idioma somente por meio da web, mas lembra que isso só é possível quando existe comprometimento e organização do interessado. "A fixação do conteúdo vai depender única e exclusivamente do aluno. Ou seja, ele não pode contar com a cobrança e avaliação de desempenho por parte do professor", afirma. Outro ponto em que os "autodidatas online" devem ficar alertas é sempre contar com uma fonte segura que possa responder dúvidas, corrigir exercícios de gramática e avaliar a pronúncia das palavras.
Os estudantes podem encontrar esse tipo de ajuda nas próprias redes sociais voltadas para o aprendizado de idioma, ou em ferramentas eletrônicas da web. Exemplo disso é o programa Forvo, que funciona como um pronunciador de palavras online. Basta escrever o termo desejado na barra de busca que uma série de gravações, feitas por colaboradores do mundo inteiro, ficam disponíveis em sua tela. Depois, basta clicar nos links e escutar a fonética da expressão.
Blogs e vídeos são ferramentas
Pessoas prontas para ensinar é o que não falta no mundo online. Ao colocar as palavras idioma, aprendizado e blog em sites de busca, mais de 800 mil opções são expostas. Basta escolher o tipo de professor e módulo de aulas que mais lhe agradam.

O catarinense Ueritom Ribeiro Borges, 26 anos, é uma dessas pessoas. Escritor do site Inglês para Leigos, recebe mais de mil alunos diariamente. Fazendo uso de ferramentas como áudio, vídeos e dicas de programas virtuais, o professor de sistemas de informação virou craque em inglês e hoje já ganha dinheiro com isso. Borges explica que além dos posts no blog, ele também corrige exercícios e responde dúvidas por e-mail, telefone ou MSN.
O professor criou o espaço em 2008, com o único objetivo de mostrar para as pessoas que é possível aprender inglês sozinho. O fato é que Borges também já foi um aluno de inglês da internet. "Eu aprendi tudo por sites, blogs e também pelo LiveMocha, que ajuda bastante", conta. O morador de São José (SC), afirma que fez testes online que avaliam nível de inglês, e em todos foi considerado avançado. Para ele, a proficiência e a fluência só ocorrem quando existe uma vivência com as pessoas e com países que tenham o idioma aprendido como língua oficial.
Assim como Ueritom, muitos blogueiros ensinam diversos idiomas pela web e não são professores formados. "Desde que estejamos dispostos para o aprendizado, até mesmo leituras aparentemente informais podem ser grandes lições. Só é necessário checar as informações em livros didáticos ou com nativos por meio das redes sociais", diz a pedagoga Cíntia, especialista em educação dinâmica.
Além de blogs e sites, outra ferramento utilizada são as aulas-vídeo. Por meio de programas como o Youtube, diversos educadores têm gravado aulas e criado módulos de aprendizado. Duiglio Serato, 34 anos e natural de Como, na Itália, aprendeu português na internet e também no dia-a-dia de São Paulo, onde mora há três anos e trabalha como vendedor.
O estrangeiro começou a ministrar aulas de italiano para brasileiros pelo Youtube no ano passado. No site, já possui 224 seguidores e 13 vídeos feitos. "Em cada vídeo eu ensino uma coisa. Mas ainda estou no nível básico. Aos poucos eu devo passar para o intermediário e depois para o avançado", diz.
Somente com um dos vídeo, Duiglio chega a receber mais de mil visualizações. "Acho muito bonita essa troca que a internet possibilita. Mas não acho que é possível aprender o italiano somente com meus vídeos, eles servem somente como uma base para quem quer ter noções da língua", afirma 

TERRA

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Blog reúne conteúdo didático para discutir combate à dengue

O número de notificações de casos de dengue no Brasil caiu 56% em 2010, porém 16 estados ainda correm risco de epidemia. No combate à doença, a educação é uma ferramenta necessária. Aproveitando o retorno às aulas, o Ministério da Educação criou um blog para fornecer material que os professores podem usar para tratar do tema em sala de aula.

Para a secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar, já está provado que a educação tem uma incidência grande na melhoria da saúde. “Em relação à dengue, não basta simplesmente distribuir cartilha e mandar os alunos para casa”, afirma ela. “É fundamental que a escola seja o espaço da prática e da discussão sobre o combate à dengue.”

O Blog da Dengue, publicado no Portal do Professor, apresenta uma seleção de vídeos, animações, infográficos indicados para uso em sala de aula. Segundo a coordenadora do portal, Carmem Prata, o blog deve “dar subsídios às escolas para o trabalho de combate à dengue, por meio de divulgação de conteúdos interativos que motivam e informam as crianças e adolescentes”.

A página também oferece planos de aulas com a metodologia adaptada ao grupo etário alvo, desde o ensino fundamental inicial à educação de jovens e adultos. Para a professora, por ser colaborativo o portal permite que professores de qualquer parte do país conheçam as estratégias que escolas de outras regiões estão adotando, e também compartilhem a sua prática, enriquecida com as novas informações.

As sugestões de aulas são estruturadas para orientar o professor na utilização dos recursos oferecidos pelo portal, de forma criativa e interdisciplinar. Além das aulas de ciências naturais, que trazem noções sobre o ciclo do mosquito Aedes aegypti, tipos e sintomas da dengue, também está disponível conteúdo multimídia, envolvendo estudos da sociedade, matemática, história e línguas portuguesa e inglesa.

O material de aula é produzido por professores de escolas públicas e privadas do Brasil e validado por uma rede de educadores de universidades e colégios de aplicação vinculada ao Portal do Professor, antes de ser publicado no blog, onde pode ser acessado gratuitamente.

Diego Rocha
MEC
Palavras-chave: dengue, Portal do Professor, educação básica, saúde

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Com férias prorrogadas pela nova gripe, escolas de SP dão aulas pela internet

Entre os recursos usados, estão blogs e videoaulas.
Alunos também recebem kits em casa para manter atividades em dia.

Do G1, com informações do Bom Dia São Paulo


Como a volta às aulas foi adiada por causa da nova gripe, muitas escolas decidiram usar a criatividade para garantir opções de ensino à distância. Entre os recursos utilizados, estão blogs, videoaulas e kit entregues nas casas dos alunos. As medidas são aprovadas principalmente pelos alunos que vão prestar vestibular no fim do ano.

Em uma escola de Valinhos, a 85 km de São Paulo, a única movimentação é dos alunos do 3º ano do Ensino Médio, que foram até o local receber o material para estudar nas férias forçadas. Eles podem acessar exercícios elaborados pelos professores em blogs na internet.

“Aquilo que era virtual e servia de complemento, a partir do adiamento das aulas tornou-se o principal”, explicou Ademir Moreli, diretor do colégio.

Em outra escola particular, em Campinas, a 93 km de São Paulo, professores e funcionários tiveram muito trabalho preparando os kits de emergência para o ensino à distância. As férias até o dia 17 serão ocupadas com tarefas e aulas em vídeo.

A desenvoltura em frente às câmeras é mais um requisito exigido agora aos professores. A produção das videoaulas é feita com temas específicos para cada turma, como se a escola estivesse em casa.

Os recursos são usados para manter os alunos em atividade, e podem servir no futuro para o calendário de reposição de aula. Durante as duas semanas em férias, os estudantes vão receber três kits com lição de casa. Os professores também poderão tirar dúvidas pelo telefone.

Os kits são entregues na casa dos alunos por um motoboy. Os alunos aprovam a ideia, pois se mantêm ocupados e evitam a reposição de aulas no fim do ano.

Alunos do ensino estadual também têm se mantido em atividade, mas por conta própria. Alguns alunos fazem atividades diárias para não perder o ritmo e manter as notas altas na volta às aulas.

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