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sexta-feira, 23 de julho de 2021

SP - Resolução SEDUC 63 - Institui as Políticas de Recursos Educacionais Abertos

 Diário Oficial do Estado de 23 de julho de 2021, Poder Executivo - Seção I , página 32:



Resolução SEDUC 63, de 22-7-2021

Institui a Política de Recursos Educacionais Abertos (REA), que dispõe sobre o licenciamento dos recursos educacionais produzidos pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (SEDUC-SP) com objetivos educacionais, e dá providências correlatas.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

SP - Jogo virtual da Educação vai ensinar alunos a prevenir acidentes domésticos

Em parceria com a Defesa Civil, novo curso gratuito na internet oferece 30 mil vagas para estudantes

A Secretaria da Educação do Estado, em parceria com a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil da Secretaria da Casa Militar, lançou nesta segunda-feira (24) um jogo virtual que ensina os estudantes da rede estadual a prevenir acidentes domésticos. De forma lúdica, o curso é gratuito e disponibilizado em uma plataforma na internet acessível de qualquer computador.

No total, são 30 mil vagas para alunos a partir do 6º ano do Ensino Fundamental. O lançamento foi feito pelo secretário da Educação, professor Herman Voorwald, e o secretário-chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Defesa Civil, coronel PM Marco Aurélio Alves Pinto, em evento realizado na sede da Secretaria.

As aulas - em forma de jogos interativos chamados 'A Aventura' - começam a partir de 1º de outubro. O desenvolvimento dos recursos tecnológicos foi elaborado pela Escola Virtual de Programas Educacionais (EVESP), órgão da Secretaria, que criou o ambiente virtual de aprendizagem. Já o conteúdo foi feito por técnicos da Defesa Civil, embasado nas estratégias preventivas de acidentes como queimaduras, afogamentos, deslizamentos e inundações. 
 
Leia a matéria completa da SEESP

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Criação gratuita de curso a distância já está ao alcance de qualquer usuário

do INSTITUTO CLARO

Criar um curso a distância demanda recursos para montar estrutura técnica e contar com pessoal capacitado, mas por meio do programa TelEduc, a dinâmica pode ser simplificada. Para quem opta por fazer download desta ferramenta, ao menos as questões técnicas estão resolvidas, pois os usuários podem criar gratuitamente ambientes virtuais de aprendizagem de simples utilização e amigáveis ao compartilhamento de conteúdos entre alunos e professor.

Os interessados têm à disposição guias e manuais explicativos, úteis para auxiliar a montagem do curso. A ideia é que qualquer pessoa com acesso a internet possa criar um curso na web, mas o TelEduc fornece opções suficientes para que possa ser utilizado também por instituições de ensino no desenvolvimento de cursos a distância.

No ambiente de aprendizagem online, o administrador pode compartilhar materiais didáticos, como textos, softwares e referências em vídeo retiradas da internet, além de exercícios didáticos. Para que todos os membros do curso possam se comunicar, o programa oferece uma gama de ferramentas, como o correio eletrônico, bate-papos e grupos de discussão.

A ferramenta nasceu no Núcleo de Informática Aplicada à Educação (Nied) da Unicamp, em um projeto coordenado pela professora Heloísa Vieira da Rocha e desenvolvido com o auxílio de alunos da universidade. Atualmente, o TelEduc já é utilizado pela própria Unicamp, como apoio a disciplinas de graduação.
Organizando o curso
Ao gerenciar um curso, é essencial conhecer o perfil do público que vai participar das aulas. Segundo a professora Adriana Barroso de Azevedo, que coordena o Núcleo de Educação a Distância da Universidade Metodista de São Paulo, esse é um dos principais pontos que se deve levar em conta na hora de desenvolver as aulas na web. “Por atender pessoas de diferentes lugares e regiões, o ideal é que ele apresente exercícios que incentivem os alunos a trazer partes do seu cotidiano e da sua realidade para o curso”, afirma. Para Adriana, manter o interesse dos estudantes é um dos maiores desafios. Complementar as aulas com textos, podcasts e vídeos, entre outros conteúdos, é um caminho para montar um curso mais dinâmico e envolvente.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

SP Rede do Saber - Videoconferência "Minha Terra - 2010"


Para conhecer as novidades da comunidade virtual de aprendizagem do EducaRede, assista à VC do dia 30/08, às 10h45.


Videoconferência "Minha Terra - 2010"

Data: 30/08/2010

das 10h45 às 12h15
Dentro do Portal EducaRede – o primeiro do Brasil com conteúdo educacional de acesso totalmente gratuito e voltado para as escolas públicas – funciona a comunidade virtual de aprendizagem “Minha Terra – Aprenda a Inovar”.

No projeto, professores e alunos saem a campo para conhecer melhor a comunidade e a região onde vivem. Nas visitas, produzem conteúdos e partilham as experiências no ambiente virtual. O objetivo é promover a inclusão digital das escolas, tendo como mote a valorização da diversidade cultural nas cinco regiões brasileiras pelo olhar de seus próprios habitantes.

No segundo semestre de 2010, as atividades trazem novidades e inovações na metodologia de trabalho, no uso de ferramentas de interação e nas pautas sugeridas e criadas em parceria com a CENP/SEE-SP.

A videoconferência apresenta a interessados e participantes as atividades propostas e as novidades de 2010. Os videoconferencistas interagem ao vivo com equipes de alunos e professores de algumas escolas participantes, esclarecem dúvidas, orientam e destacam algumas produções das equipes de reportagem.

Os videoconferencistas são: Anthony Takaessu Gonçalves, da equipe técnica da CENP; Claudemir Viana, do CENPEC/EducaRede; e Vanessa Rodrigues, do EducaRede.

A videoconferência será transmitida também por streaming aqui pelo site da Rede do Saber. A interação poderá ser feita pelo e-mail faleconosco@rededosaber.sp.gov.br.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

No planejamento para o ano letivo, escolas alinhadas às demandas do século XXI contemplam as novas tecnologias



Por Giulliana Bianconi

Somente quando o ano letivo termina, a coordenação pedagógica dos colégios é capaz de avaliar, com detalhes, o que deu certo naquela temporada, o que vale a pena aprimorar para o ano seguinte e o que precisa ser incorporado na dinâmica da instituição. Nos colégios atentos às formas de dialogar com os estudantes e às demandas do mundo contemporâneo, a tecnologia é um assunto com lugar cativo nessa pauta.


Divulgação

Alunos do Colégio Dante Alighieri, que mapearam na web pólos
culturais, agora farão reportagens sobre as inciativas encontradas

A utilização da web pelos alunos, assim como a afinidade nata das crianças e jovens do século XXI com os recursos digitais, faz com que as formas de uso da tecnologia nos ambientes de ensino/aprendizagem tenham de ser repensadas frequentemente.

Depois da criação, no ano passado, de uma rede social que reúne seus alunos, ex-alunos e professores, o Colégio Bandeirantes, em São Paulo, que tem um histórico de inserção da tecnologia nos processos educacionais, volta a apresentar novidades. De acordo com a diretora Cristiana Mattos, as videoconferências em ambientes virtuais de aprendizagem (AVAs), realizadas apenas em um projeto piloto de Matemática no segundo semestre de 2009, serão ampliadas. "A ideia é que consigamos envolver professores de todas as disciplinas", diz.

As videoconferências em AVAs foram pensadas pelo Bandeirantes para atender aos alunos que requerem reforço. "O professor pode tirar dúvidas em tempo real fora da escola, disponibilizar material complementar, utilizar aquele ambiente como repositório das fichas que já distribuiu", enumera Cristiana antes de completar: "Realmente quem estiver fora da rede vai perder bastante coisa."

Para que os alunos, na escola, possam conectar a internet mesmo quando não estiverem no laboratório de informática, o Bandeirantes está providenciando a instalação de rede wireless em todo o pátio. A ideia é que eles possam checar informações, fazer pesquisas e até dar continuidade a trabalhos em grupo com notebooks ou com os celulares que dispõem de tecnologia para acesso de redes. A questão da conscientização, que diz respeito a quando acessar a web e o que acessar, já é tratada pela instituição (ver reportagem sobre esse tema aqui).

No Colégio Dante Alighieri, outro em São Paulo que acumula práticas com o auxílio das novas tecnologias, o planejamento inclui a ampliação de projetos que já tiveram retornos positivos em anos anteriores. O Dante Catraca, uma parceria da instituição de ensino com o portal de democratização cultural Catraca Livre, dará passo à frente após ter realizado, ao longo de 2009, o mapeamento de pontos culturais na Av. Paulista e em seu entorno.

"A ideia para este ano é os alunos participantes do projeto irem até esses locais mapeados e realizarem entrevistas, reportagens. Enfim, produzirem material para que o blog que mantemos reflita a dinâmica do espaço físico", explica Valdenice Minatel, coordenadora de tecnologia educacional do colégio.


Divulgação

Colégio São Luís quer expandir uso da TV multimídia

Outra atividade que desemboca na web e que ganhou atenção durante o planejamento do colégio para 2010 foi a Oficina de Cinema, cuja produção é sempre exposta na TV Dante, um canal de TV Digital com acesso limitado para alunos e funcionários da escola. De acordo com Valdenice, a oficina ganhará mais um módulo nesta temporada. "Vamos mergulhar nos documentários", diz. Ela explica que até então as aulas faziam uma introdução ao do cinema e geravam atividades práticas para o aprendizado de noções de enquadramento, plano, roteiro etc.

A telona, entretanto, nem sempre é sinônimo de cinema. No Colégio São Luís, TVs de 52 polegadas conectadas a um sistema de gerenciamento multimídia permitem aos professores incrementar as aulas com trechos de filmes ou documentários, fotos e, ainda, com a navegação pela web. Durante uma aula de História, por exemplo, um aluno pode sugerir um site que tenha games interessantes sobre o conteúdo que está sendo exposto e, naquele momento, o educador terá a possibilidade de acessar o endereço virtual, diante de toda a turma e, se for pertinente, até jogá-lo.

Essa ferramenta recebe o nome de Sigame (Sistema Inaciano de Gerenciamento Acadêmico em Meios Eletrônicos). Depois de ter sido implantada, no ano passado, em alguns ambientes do colégio paulistano, será expandida em 2010. A proposta, de acordo com a diretoria, é equipar mais salas de aula e auditórios com o recurso. Paralelamente, professores passarão por treinamento para aprender como a tecnologia pode render como suporte pedagógico.


Site Intituto Claro 

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