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quarta-feira, 4 de maio de 2016

MECFlix

A partir desta segunda-feira, 02/05/2016, os estudantes contam com um recurso extra de preparação para o exame e para ampliar o aprendizado. É o MECFlix, ferramenta interativa que oferece gratuitamente videoaulas e links para portais que auxiliam nos estudos. “Nossa estimativa com essa plataforma é: quem fizer cem horas de aulas deve ter uma melhora média na nota do Enem em torno de 25%”, avaliou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, ao fazer um balanço do simulado on-line do Enem.

A TV Escola veicula o programa Hora do Enem em parceria com mais de 40 emissoras. A transmissão ocorre todos os dias, às 18h, com uma hora de duração e um intensivo no fim de semana. “Serão discutidas 300 questões ao longo do ano, com explicações de como se resolve”, antecipou Mercadante. Todo o conteúdo está acessível a qualquer hora do dia na internet, com smartphone, tablet ou computador.
 
FONTE: MEC

quinta-feira, 5 de março de 2015

SP - Currículo+ realizará oficinas para ensinar educadores a produzir videoaulas

Projeto passará por escolas com objetivo de transformar educador em produtor de conteúdo digital

A partir deste sábado (07), a Educação levará às diretorias de ensino um estúdio itinerante diferente, com dicas de locução e de recursos tecnológicos que ensinam os professores a produzir videoaulas.

Em parceria com o YouTube e a com a Fundação Lemann, o projeto equipado com câmeras vai oferecer oficinas dos materiais em vídeo para que o conteúdo seja dinâmico, interativo e articulado ao currículo da rede estadual.

O objetivo é oferecer mais uma ferramenta para auxiliar os educadores na utilização da tecnologia como aliada do ensino. Durante a visita, os participantes terão a chance de operar, gravar e criar conteúdo audiovisual para internet.

Além das orientações teóricas, que serão ministradas por uma equipe profissional de produção de vídeos, cada participante será incentivado a elaborar uma videoaula inédita sobre qualquer tema do currículo do Estado que poderá ser disponibilizada na plataforma do Currículo+, junto aos mais de 2.500 conteúdos articulados e já catalogados, para que todos os professores e alunos da rede tenham acesso.

"A proposta da Secretaria com as videoaulas curriculares é oferecer ainda mais subsídios para que os professores consigam dar um novo passo na utilização da tecnologia no processo de aprendizado. Além de consumidores de recursos tecnológicos, oferecemos agora a oportunidade deles serem produtores de conteúdo virtual educativo e ainda partilhar esta experiência com a rede", afirma o secretário da Educação, professor Herman Voorwald.

Canal da Educação no YouTube

Além do Currículo +, a Secretaria da Educação oferece o canal da Educação no YouTube. No site de compartilhamento de vídeos, estão reunidos mais de 700 atividades e programas da Educação, como o Vence e o Novo Modelo de Escola de Tempo Integral. Além disso, traz dicas de experiências em disciplinas como Física e Química e os tutoriais "Faça Você Mesmo", websérie especial com maior número de visualizações da página e uma das preferidas entre estudantes e professores.

Com o intuito de construir o modelo de atuação do projeto em conjunto com profissionais da rede, em dezembro de 2014 três oficinas-piloto foram realizadas em escolas e núcleos pedagógicos das Diretorias de Ensino de Piraju, Sertãozinho e Suzano, envolvendo mais de 100 professores. Além das dezesseis expedições, o projeto disponibilizará, já a partir de maio, todo o conteúdo das oficinas em tutoriais virtuais para que qualquer educador ou aluno possa ter acesso às orientações práticas.
 
FONTE: SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Veja como estudar matemática pela Khan Academy em português

Versão traduzida do site de Salman Khan foi lançada nesta semana.
Até o ano passado, ela era usada apenas por alunos de um projeto-piloto.

Do G1, em São Paulo

A nova plataforma da Khan Academy ganhou nesta semana uma versão oficial em português. A partir de agora, usuários brasileiros e de outros países que falam português podem não só assistir à tradução das videoaulas elaboradoras pelo americano Salman Khan, como também realizar exercícios de acordo com seu nível de matemática no idioma nativo.

O site é estruturado tanto para usuários individuais –incluindo crianças com conhecimentos iniciantes de matemática, estudantes universitários e concurseiros– quanto para que professores possam usá-lo na sala de aula, acompanhando o progresso de cada aluno. Os conteúdos da disciplina foram divididos em 557 habilidades e abrangem desde operações simples de soma até exercícios de cálculo, álgebra e geometria. Todos são acompanhados de videoaulas que explicam o conteúdo da matéria.

A Fundação Lemann, que atua em projetos educacionais e é responsável pela versão em português da plataforma, afirma que mais de 100 mil exercícios já estão disponíveis aos usuários do Brasil. Até 2013, o site em português era usado em um ambiente fechado por 12 mil alunos de um projeto-piloto.
 

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

SP - Educação é parceira de plataforma inovadora que facilita aprendizagem

Portal disponibiliza 1,2 mil peças digitais, grande parte garimpada por especialistas da Secretaria

Uma plataforma inovadora que reúne objetos digitais de aprendizagem, como videoaulas, games, animações, infográficos e mapas, entre outros, foi lançada nesta terça-feira (10). O Escola Digital, novo site de busca do Inspirare e Instituto Natura, e que tem a Educação como um de seus principais parceiros, tem como principal objetivo facilitar a aprendizagem dentro e fora da sala de aula.

No portal estão disponíveis 1,2 mil peças digitais, grande parte garimpada por 49 especialistas da Secretaria da Educação do Estado. Estes curadores, que passaram por formação específica oferecida pela Pasta, levaram em conta critérios como compatibilidade com o currículo vigente e qualidade do conteúdo abordado. O material poderá ser utilizado para pesquisa e utilização de professores, além dos estudantes e pais interessados em participar do processo educativo dos filhos.

“Acreditamos na tecnologia como grande aliada do ensino, como ferramenta associada ao projeto pedagógico e, principalmente, às diretrizes curriculares. O Escola Digital é mais uma porta de acesso para professores e alunos", afirma o secretário de Educação do estado de São Paulo, Herman Voorwald.

A plataforma funciona como um cardápio de objetos educativos digitais, categorizados por série, disciplina, tema, tipo de mídia, idioma, nível de acessibilidade para pessoas com deficiência, versão on-line e off-line, entre outras especificidades. Além da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, o Escola Digital também contou com a colaboração do Instituto Educadigital e da TIC Educa.
 
FONTE: SEESP

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Salman Khan conta suas descobertas sobre o aprendizado

DA VEJA

Nathália Butti
 
Preservando o estilo coloquial, livro do matemático americano que usa a tecnologia para romper o marasmo na escola chega ao Brasil em janeiro

O matemático americano Salman Khan, ou Sal, tornou-se o mais bem-sucedido professor de todos os tempos sem nenhuma base teórica na área da pedagogia nem trânsito no mundo dos especialistas em educação. Aos 36 anos, ele nunca chegou a demonstrar ambição de se converter em um grande pensador da sala de aula, mas vem se firmando como alguém com um olhar muito pragmático e ácido sobre a escola. Sal não muda o tom em seu recém-lançado The One World Schoolhouse: Education Reimagined, best-seller nos Estados Unidos, com chegada ao Brasil prevista para janeiro com o título Um Mundo, uma Escola (Editora Intrínseca; 272 páginas; 29,90 reais). Preservando o estilo coloquial e ao mesmo tempo assertivo de suas aulas - já vistas 200 milhões de vezes na rede -, ele expõe pela primeira vez de forma mais organizada suas descobertas sobre o aprendizado. Incentivado pelos colegas do Vale do Silício, onde fincou sua Khan Academy, até arrefeceu um pouco o ritmo frenético com que produz conteúdo em quarenta áreas do conhecimento - algo que parecia impossível para quem o conhece bem - para concluir o texto sobre o qual se debruçou por dois anos. “Não tenho a pretensão dos grandes teóricos, mas uma experiência concreta que sinaliza para uma escola menos chata”, resume a VEJA o entusiasmado Sal.

O mérito número 1 desse jovem matemático que coleciona ainda graduações em ciências da computação e engenharia elétrica e uma passagem pelo mercado financeiro é mostrar que a transformação da escola - ainda baseada no velho modelo prussiano do século XVIII - não requer nada de muito mirabolante nem tão dispendioso. Sal é, acima de tudo, um defensor do bom-senso. Ele infdaga: “Se todas as pesquisas da neurociência já provaram que as pessoas perdem a concentração em longas palestras, por que a aula-padrão é expositiva e leva uma hora?”. Suas lições virtuais não passam de vinte minutos. Sal se declara ainda contra a falta de ambição acadêmica, uma das raízes do fracasso escolar. “O aprendizado de hoje é como um queijo suíço, cheio de buracos, e isso é estranhamente tolerado. Os alunos mudam de capítulo sem ter assimilado o anterior”, dispara com o mesmo ímpeto com que combate a monotonia na sala de aula. “Enquanto o mundo requer gente criativa e com alta capacidade inovadora, o modelo vigente reforça a passividade”, diz.

Uma de suas grandes contribuições é mostrar como a tecnologia pode revirar velhas convicções sobre a escola, área em que ainda paira uma zona de sombra - inclusive no Brasil. As iniciativas nesse campo costumam se limitar a prover acesso a computadores e tablets sem que se faça nada de verdadeiramente útil, muito menos revolucionário, com eles. Sal aponta dois caminhos. O primeiro requer bons professores para lançar na rede conteúdo do mais alto nível para ser visto de qualquer lugar e no ritmo de cada um. De tão simples parece banal, mas ele reforça que pode estar justamente aí a chave para um novo tipo de escola. “A criança assiste em casa à melhor aula possível, e o tempo na escola passa a ser usado de forma muito mais produtiva, para dúvidas e projetos intelectualmente desafiantes”, explica. O outro caminho descortinado por ele passa pela possibilidade que o computador traz de monitorar o desempenho dos alunos em tempo real - algo que, se bem aplicado, pode se converter em uma ferramenta valiosa. O próprio Sal desenvolveu um programa que permite ao professor visualizar o desempenho do aluno no instante exato em que ele resolve os desafios propostos no site da Khan Academy. Assim que a dúvida aparece, e antes que as lacunas se cristalizem, o mestre entra em ação. Os bons resultados de escolas que começam a adotar o sistema são um sinal de que Sal envereda por uma trilha acertada.

Um capítulo do livro é dedicado à sua própria trajetória e ajuda a desvendar o que o fez percorrer o improvável caminho da docência. Sal conta que achava “entediantes” as aulas na escola e, depois, no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Começou aí a imaginar maneiras de tornar o aprendizado mais atraente. Suas aulas fizeram sucesso primeiro no círculo familiar, mas, ao colocá-las gratuitamente na rede, em 2004, logo conquistou milhares de pessoas, atraídas pela mescla de espontaneidade, entusiasmo e excelência. Fã incondicional da Khan Academy, o fundador da Microsoft, Bill Gates, foi quem deu à mãe de Sal alento em relação aos novos rumos profissionais do filho. “O dia em que apareci naFortune como o professor preferido de Gates foi o primeiro em que minha mãe não fez cara feia por eu não ter cursado medicina”, lembra um bem-humorado Sal. Defensor do básico - o bom conteúdo bem dado -, ele tem uma utopia de escola em que a curiosidade e a iniciativa sejam instigadas em grau máximo. De tão acelerado, faz reuniões de trabalho enquanto se exercita e costuma pular refeições - ritmo que contrasta com o do muito mais lento mundo da educação no qual ingressou. “É preciso romper de uma vez por todas com a inércia”, conclui.

terça-feira, 13 de março de 2012

TED convida professores a enviar suas melhores aulas

da Veja

Nova iniciativa, batizada de TED-Ed, pretende capturar e amplificar a voz dos melhores professores do mundo

O TED, famosa conferência anual organizada com o lema "Ideias que valem a pena divulgar”, acaba de ganhar um irmão: o TED-Ed, voltado para educação acessível e gratuita. A Sapling Foundation, fundação sem fins lucrativos que organiza o TED, anunciou nesta segunda-feira um projeto de colocar aulas curtas – de aproximadamente 10 minutos – no YouTube, para que qualquer pessoa possa possa usufruir das lições.

Professores estão sendo convidados a enviar suas melhores aulas. Depois que uma aula for aceita, a equipe do TED-Ed trabalhará com esse professor para refinar a aula e fazer com que ela tenha até 10 minutos. Depois, ela será gravada e enviada a uma equipe de animação que irá ilustrar os conceitos mencionados – ilustradores também estão convidados a participar.

Quando o vídeo estiver pronto, a aula será acrescentada ao canal do TED-Ed no YouTube (vídeos em em inglês). Qualquer pessoa pode indicar um professor, uma aula ou um animador. Nesse lançamento, o canal do YouTube tem exemplos de vídeos finalizados. Eles tratam de temas como vida extraterrestre e simbiose.

"O TED-Ed pretende capturar e amplificar a voz dos melhores professores do mundo", diz vídeo de divulgação do projeto. "Queremos que todas as pessoas que se interessam por educação nos ajudem a encontrar esses professores, capturar e difundir suas aulas."

Histórico – O TED convida palestrantes renomados a dar palestras didáticas de até 20 minutos sobre suas áreas de conhecimento. A primeira conferência aconteceu em 1984 e o evento passou a ser anual em 1990. O maior salto de visibilidade, porém, foi em 2006 quando as palestras passaram a ser disponibilizadas no site do TED.

Atualmente, o site conta com 1.174 palestras – diversas com legendas em português – que já foram vistas mais de 500 milhões de vezes. É possível assistir a pesquisadores da Universidade de Harvard ou do Massachusetts Institute of Technology (MIT) falando sobre temas como tecnologia, economia comportamental, design e educação.




terça-feira, 4 de agosto de 2009

Com férias prorrogadas pela nova gripe, escolas de SP dão aulas pela internet

Entre os recursos usados, estão blogs e videoaulas.
Alunos também recebem kits em casa para manter atividades em dia.

Do G1, com informações do Bom Dia São Paulo


Como a volta às aulas foi adiada por causa da nova gripe, muitas escolas decidiram usar a criatividade para garantir opções de ensino à distância. Entre os recursos utilizados, estão blogs, videoaulas e kit entregues nas casas dos alunos. As medidas são aprovadas principalmente pelos alunos que vão prestar vestibular no fim do ano.

Em uma escola de Valinhos, a 85 km de São Paulo, a única movimentação é dos alunos do 3º ano do Ensino Médio, que foram até o local receber o material para estudar nas férias forçadas. Eles podem acessar exercícios elaborados pelos professores em blogs na internet.

“Aquilo que era virtual e servia de complemento, a partir do adiamento das aulas tornou-se o principal”, explicou Ademir Moreli, diretor do colégio.

Em outra escola particular, em Campinas, a 93 km de São Paulo, professores e funcionários tiveram muito trabalho preparando os kits de emergência para o ensino à distância. As férias até o dia 17 serão ocupadas com tarefas e aulas em vídeo.

A desenvoltura em frente às câmeras é mais um requisito exigido agora aos professores. A produção das videoaulas é feita com temas específicos para cada turma, como se a escola estivesse em casa.

Os recursos são usados para manter os alunos em atividade, e podem servir no futuro para o calendário de reposição de aula. Durante as duas semanas em férias, os estudantes vão receber três kits com lição de casa. Os professores também poderão tirar dúvidas pelo telefone.

Os kits são entregues na casa dos alunos por um motoboy. Os alunos aprovam a ideia, pois se mantêm ocupados e evitam a reposição de aulas no fim do ano.

Alunos do ensino estadual também têm se mantido em atividade, mas por conta própria. Alguns alunos fazem atividades diárias para não perder o ritmo e manter as notas altas na volta às aulas.

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