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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Google Search Education: Empowering Digital Citizens

do Edutopia:

Google Search Education: Empowering Digital Citizens

The new Google Search Education hub is a free site with materials for teachers to help their students learn skills to search the web, connecting them with a world of information and resources. Visit site to access lesson plans, videos, and more.

Help your students become better searchers

Web search can be a remarkable tool for students, and a bit of instruction in how to search for academic sources will help your students become critical thinkers and independent learners.

With the materials on this site, you can help your students become skilled searchers- whether they're just starting out with search, or ready for more advanced training.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

KidRex - O Google para crianças


Antigamente a preocupação dos pais era de educar bem seus filhos e cuidar para que eles não aprendessem coisas erradas na rua ou com estranhos. Porém, hoje a realidade é outra e, com o advento da internet, controlar toda a informação a que os filhos ficam expostos é impossível, pois você tem que trabalhar e fazer outras tantas atividades. Para facilitar, a equipe do Google criou o KidRex, um site de pesquisa como o Google, mas voltado para crianças.

Utilizando o KidRex, seus filhos encontraram sites aprovados pela equipe do site (Google Custom Search). Os profissionais responsáveis pela manutenção do KidRex realizam pesquisas e atualizações constantes e desenvolvem ferramentas que passam a bloquear sites impróprios e conteúdos adultos. Os pais que respiram aliviados agora, no entanto, devem manter a atenção, pois apesar dos esforços, sempre há a possibilidade de alguns canais furarem o bloqueio.

Assim, você também pode colaborar para que sites indesejados sejam bloqueados pelo KidRex, caso eles ainda não sejam. Basta entrar na página, clicar na opção “Parents” e escolher o item “Webpage Removal Request Tool”. Logo, você deverá digitar o endereço do site no campo “Webpage address”, escrever as palavras que utilizou quando fazia a pesquisa e encontrou este site, além de informar seu nome, e-mail e deixar seu comentário.

Além disso, dentro da opção “Tips for Online Safety”, pertencente a guia “Parents”, existe dicas para os pais de plantão. O texto fala sobre segurança na internet e recomenda que os pais deixem o computador num local onde as atividades que os filhos realizam podem ser observados constantemente.

Uma dica de especialistas na área é orientar o filho sobre o uso da internet e procurar estar sempre por perto enquanto ele navega, pois assim há possibilidade de auxiliá-lo na compreensão sobre o que pode e o que não pode ver.

Mas quem pensa que o Kidrex é uma opção chata ou limitante para pesquisas está enganado. O site é todo personalizado com traços infantis bem coloridos e o ícone é um tiranossauro Rex bem simpático.

E atenção: ao utilizar o KidRex é normal que as páginas em português apareçam no final da primeira página, ou ainda nas páginas seguintes, por ser um serviço americano. Mas com a popularização da ferramenta cada vez mais os links nacionais despontarão no início da pesquisa.

Notícias ACESSA ESCOLA

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Navegando e naufragando

Alunos perdem o costume de manusear enciclopédias e ainda sentem dificuldade para encontrar informações de qualidade na internet; é papel da escola, portanto, orientá-los nas pesquisas

 
FABIANA REWALD
LUCIANO BOTTINI FILHO
Fernando Foster, 49, vende enciclopédias da Barsa há 30 anos. Seu modo de trabalhar quase não mudou e ele continua vendendo tão bem quanto no início da carreira.
A diferença é que agora sempre leva um notebook para as visitas a potenciais clientes. Assim, pode mostrar os atributos não só da edição impressa como da digital -quem compra os livros ganha DVD-Rom e acesso ao conteúdo da internet.
Luiz Felipe Pezzino Lugarinho, 12, está no 6º ano do colégio Elvira Brandão, na zona sul de São Paulo. Dentre seus cerca de 30 colegas, é o único que sabe o que é uma enciclopédia, mesmo que não a utilize com frequência.
Com um mundo de informações a apenas um clique, muitos alunos não aprendem a pesquisar em livros, o que preocupa as escolas.
"Não é preciso evitar a internet, mas o estudante deve entender a diferença [entre o material impresso e o que está disponível na rede]", diz Jorge Cauz, presidente da Encyclopaedia Britannica. Diferentemente da Barsa, a Britannica concentra 95% das vendas no meio digital.
Antônio Joaquim Severino, professor aposentado da Faculdade de Educação da USP, defende que o manuseio dos livros continua uma via pedagógica insubstituível. "O recurso às fontes eletrônicas é enriquecedor, mas complementar."

AULA DE BIBLIOTECA

Para suprir essa falta de costume de pesquisar em livros, o colégio Santa Maria (zona sul de SP) dá aulas sobre como usar a biblioteca.
"As crianças se assustam quando ouvem as palavras "acervo" ou "lombada'", conta a bibliotecária Marilúcia Bernardi. Os estudantes aprendem a manusear livros, jornais e revistas.
Mas a preocupação com o uso do conteúdo disponível na internet também existe. "Às vezes, o professor pressupõe que o aluno sabe pesquisar, mas tem que ter orientação", diz Miguel Thompson, diretor de marketing e serviços educacionais da Editora Moderna.
A ingenuidade faz com que os estudantes acessem sites inseguros, recorram a conteúdos desatualizados e não saibam a diferença entre informações boas e ruins.
"Os alunos pensam que sites que trazem poucos resultados são péssimos, em comparação com o Google, que traz um milhão de respostas", diz Helena Mendonça, coordenadora de tecnologia da informação e comunicação da Stance Dual (centro).
Quando há casos de plágio ou se os alunos escrevem o que não devem na rede, a escola propõe uma discussão sobre condutas éticas.
No Santo Américo (zona oeste), a saída foi convidar uma empresa de direito eletrônico para conversar com os alunos. "Passar a noção de autoria é um desafio", diz a diretora Elenice Lobo.
DICAS PARA OS PAIS
4 passos para evitar o acesso a conteúdos inadequados
1 -DIÁLOGO
Converse comseu filho sobre o que ele acessa na rede e os riscos envolvidos

2 -CONTROLE

Filtros de conteúdo impedem o acesso a páginas proibidas para crianças. Acompanhe sempre o histórico de navegação de seu filho

3 -ESCOLA

Saiba se, na sala de aula, a internet é usada com segurança e se o professor ensina como usá-la

4 -PRESENÇA

O computador deve ficar em um ambiente comum, próximo dos pais. Não deixe a criança usar a internet sozinha, no quarto

Fonte: Rosilei Vilas Boas, coordenadora de Gestão da Informação da Divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Informática
DICAS PARA OS ALUNOS 
Antes de sair digitando www, pense em cinco perguntas: quem, por que, o que, quando e onde
1- QUEM?
Descubra quem é o autor do site para saber se é uma página pessoal ou de uma instituição. Isso assegura a confiança nos dados. Uma dica é atentar para o tipo de domínio da página(.com, .gov, .edu)

2- POR QUÊ?

Identifique a função da página -diversão, educação ou publicidade, por exemplo. Verifique se o autor não está sendo irônico

3- O QUÊ?

Diferencie os tipos de texto: pode ser uma notícia, um artigo de opinião ou uma pesquisa acadêmica, por exemplo

4- QUANDO?

Tenha cuidado com informações desatualizadas

5- ONDE?

Avalie a origem do conteúdo para saber se as informações valempara o seu país ou a sua cidade

Fonte: Helena Mendonça, coordenadora de tecnologia da escola Stance Dual
 
Pesquisa na rede é mais rápida, mas não é mais fácil
SÃO PAULO 
Para mostrar as diferenças entre os tipos de pesquisa, a reportagem convidou dois alunos do Elvira Brandão para participar de um desafio.
Luiz Felipe Pezzino Lugarinho, 12, teve dez minutos para pesquisar sobre o tema comércio informal em livros. O mesmo tempo foi a dado a Arthur de Oliveira Araujo, 13, que buscou informações sobre o assunto na internet.
Na biblioteca, Luiz levou mais de dois minutos até encontrar o volume da enciclopédia que serviria à sua pesquisa. Ao final do quarto minuto, ainda estava no índice.
No décimo, folha de caderno em branco, ele se convenceu: "Se a gente for consultar tudo na enciclopédia, vai perder muito tempo".
Na sala de informática, os dez minutos foram suficientes para que Arthur visitasse cinco sites e escrevesse quatro linhas.
No entanto, elas não faziam muito sentido.
"É feita a cobrança muito alta de imposto para não fazer coisas com ele", dizia seu texto, que tentava relacionar o comércio informal à sonegação de impostos.
Segundo a psicanalista e colunista da Folha Anna Veronica Mautner, o conteúdo pesquisado na internet não é tão bem assimilado quanto o lido em uma fonte impressa.
"Existe um descaso em relação à internet. O internauta não se apropria da informação", diz ela.
Fonte: Folha de S.Paulo (SP)

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Se bem utilizada, internet pode ajudar alunos na escola

Bate-papos virtuais, sites de jogos online e outras "diversões" da rede são constantemente associados a notas e rendimento escolar baixos

Aos olhos de muitos pais e professores, internet e estudo nunca foram uma boa combinação. Bate-papos virtuais, sites de jogos online e outras "diversões" da rede são constantemente associados a notas e rendimento escolar baixos. Mas nem tudo na web é prejudicial ao aluno: diversos sites permitem que estudantes, de um jeito mais divertido, tenham contato com temas considerados difíceis em sala de aula.

"A internet já é uma realidade em praticamente todas as casas e isso não pode ser ignorado. Se bem utilizada, pode ser uma ferramenta muito útil de auxílio ao aluno", afirma a pedagoga Aline Feijó.

Ao navegar pela rede, crianças e adolescentes encontram um verdadeiro arsenal para auxiliar em pesquisas e trabalhos escolares. O Museu da Língua Portuguesa (museulinguaportuguesa.org.br), em São Paulo, traz em seu portal informações sobre exposições, fotos das dependências do local, além de textos que podem ajudar os estudantes na hora de fazer uma redação.

Se a dúvida for sobre História do Brasil, a página do Museu Histórico Nacional (www.museuhistoriconacional.com.br), no Rio, possui amplo arquivo sobre fatos e acontecimentos relevantes da história do país.

Para Bruno Engel, 11 anos, a internet é um poderoso aliado dos trabalhos solicitados por professores em sala de aula. Por isso, sempre que precisa se aprofundar mais sobre determinado assunto, recorre a sites de pesquisa como Google (www.google.com.br) e Wikipedia (www.wikipedia.org).


Pesquisas na rede

"É muito melhor do que pesquisar em jornais e revistas, que podem não falar sobre o assunto que eu preciso. A internet é mais rápida", explica. Além de ajudar o aluno, pais e professores também costumam recorrer ao Google para evitar que recursos com o copiar e colar sejam utilizados por estudantes.

"Geralmente acompanho a pesquisa junto com meu filho. Mas mesmo assim, depois que ele termina, costumo jogar alguns trechos do texto no Google para ver se ele não copiou na íntegra, ao invés de apreender o sentido e fazer sua própria redação", revela Ana Cristina Fiedler, mãe de Bruno.

Para estimular a criatividade, alguns sites apostam na interatividade para conquistar usuários mirins. É o caso da Máquina de quadrinhos (www.maquinadequadrinhos.com.br), que disponibiliza personagens da Turma da Mônica para que aspirantes a escritor possam desenvolver suas próprias histórias em quadrinho.

Se o objetivo do aluno for saber um pouco mais sobre temas como ecologia, saúde, e ainda conhecer a realidade de comunidades de baixa renda, o site Cambitolândia é o endereço ideal. Com jogos, histórias e diversas atividades interativas, a página do personagem Cambito tem tudo para divertir - e ensinar - crianças e adolescentes.

Consideradas as grandes vilãs pela maioria dos estudantes, matérias como Matemática, Física e Química podem ser aprendidas de um jeito mais divertido. O Ministério da Educação (http://rived.mec.gov.br/site_objeto_lis.php ) e a Escola do Futuro da USP (http://www.labvirt.fe.usp.br/indice.asp )criaram, em seus respectivos portais, jogos interativos que ensinam noções destas matérias aos estudantes.

Apesar de tantos atrativos, a internet não deve ser utilizada sem um monitoramento de pais e professores. Estabelecer um limite máximo de horas passadas em frente à tela do computador é um dos maiores dilemas entre pais e filhos.

"Apesar de sites divertidos e ferramentas de auxílio para pesquisas, a criança e o adolescente não podem esquecer-se de praticar um esporte, ler um livro e sair com os amigos. A internet deve ser apenas mais uma delas", afirma Aline. 

O Dia Online

quinta-feira, 30 de abril de 2009

A biblioteca Google

Biblioteca Google?

O que é para pesquisar? Aonde fica? Como faz?

Liga o computador, faz a conexão, abre o browser, escreve google, tecla enter, escreve a pesquisa, tecla enter e aparece na tela um punhado de frases e endereços. Escolhe um, aponta, clica, escolhe outro, aponta, clica. Após a leitura, se estiver satisfeito, salva os dois endereços e começa a montagem no processador de textos do Google ...

Quer saber como os estudantes estão fazendo, leia a matéria da Revista Nova Escola de Maio de 2009, clicando aqui.

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